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	<title>Expertise Acesso Brasil &#8211; Acesso Brasil Seguros</title>
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	<description>Acesso Brasil Seguros</description>
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	<title>Expertise Acesso Brasil &#8211; Acesso Brasil Seguros</title>
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		<title>De onde vem a energia que move o Brasil?</title>
		<link>https://www.acessobrasilseguros.com.br/de-onde-vem-a-energia-que-move-o-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 15:20:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CURIOSIDADE!]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso Brasil Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[ANEEL]]></category>
		<category><![CDATA[CURIOSIDADE SOBRE ENERGIA]]></category>
		<category><![CDATA[Expertise Acesso Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[seguros para energia]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando você acende uma luz, liga o ar condicionado, inicia uma máquina industrial ou conecta um computador à tomada, existe uma grande estrutura por trás daquele simples gesto. A eletricidade utilizada no Brasil é produzida a partir de diferentes fontes de geração. Água, vento, sol, biomassa, gás natural, carvão, derivados de petróleo e energia nuclear [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Quando você acende uma luz, liga o ar condicionado, inicia uma máquina industrial ou conecta um computador à tomada, existe uma grande estrutura por trás daquele simples gesto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A eletricidade utilizada no Brasil é produzida a partir de diferentes fontes de geração. Água, vento, sol, biomassa, gás natural, carvão, derivados de petróleo e energia nuclear participam de uma matriz que vem passando por uma transformação importante nos últimos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E os números mais recentes mostram algo bastante particular: o Brasil possui uma das matrizes elétricas mais renováveis do mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Balanço Energético Nacional 2026, elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética, em 2025 as fontes renováveis responderam por 86,8 por cento da geração de eletricidade brasileira. No mesmo ano, a geração total de eletricidade cresceu 3,3 por cento em relação a 2024. (<a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-160/topico-168/Anuario_Sumario%20Executivo_2026_V1.pdf?utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas de onde vem toda essa energia?</p>



<h2 class="wp-block-heading">A força da água ainda domina a geração brasileira</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As hidrelétricas continuam sendo a principal fonte de geração de eletricidade do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, a geração hidráulica alcançou 401.415 GWh e respondeu por 51,7 por cento de toda a geração elétrica brasileira. Apesar de continuar na liderança, a participação da hidráulica vem diminuindo ao longo dos anos diante do crescimento acelerado de outras fontes, principalmente solar e eólica. (<a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-160/topico-168/Anuario_Sumario%20Executivo_2026_V1.pdf?utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">O funcionamento é relativamente simples em conceito. A água armazenada ou conduzida pelo sistema hidráulico movimenta turbinas, que acionam geradores responsáveis pela transformação da energia mecânica em energia elétrica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro da geração hidráulica existem diferentes tipos de empreendimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As UHEs, ou Usinas Hidrelétricas, são os grandes empreendimentos de geração. Normalmente possuem elevada capacidade instalada e podem contar com grandes reservatórios ou operar com outras configurações hidráulicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As PCHs, ou Pequenas Centrais Hidrelétricas, são empreendimentos de menor porte. Pela classificação utilizada pela EPE, possuem potência instalada superior a 5 MW e igual ou inferior a 30 MW, além de critérios relacionados ao reservatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As CGHs, ou Centrais Geradoras Hidrelétricas, são empreendimentos ainda menores, com potência instalada de até 5 MW. (<a href="https://dashboard.epe.gov.br/apps/anuario-livro/livro/pt/glossario.html?utm_source=chatgpt.com">EPE Dashboard</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">UHE, PCH e CGH, portanto, não devem ser somadas como fontes independentes na matriz elétrica. Todas fazem parte da geração hidráulica, que respondeu pelos 51,7 por cento registrados em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença da geração hidráulica é particularmente importante em regiões com grande disponibilidade de recursos hídricos e rios com características favoráveis à geração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Região Sul, por exemplo, possui uma forte concentração de grandes empreendimentos hidrelétricos. Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina apresentam importantes parques de geração hidráulica. Apenas os quatro estados considerados no diagnóstico regional do Sul, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, somavam aproximadamente 22,7 GW em UHEs em 2025. (<a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/areas-de-atuacao/energia-eletrica/ArquivosGrupoEstudosTransmissao/6.3%20EPE-DEE-RE-075-2025-rev0%20-%20Diagn%C3%B3stico%20-%20PDE%202034%20-%20GET%20Sul.pdf?utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Região Norte também possui enorme importância para a geração hidráulica brasileira, principalmente pela presença de grandes rios e empreendimentos de elevada capacidade instalada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as principais vantagens da geração hidráulica estão a capacidade de produzir grandes volumes de eletricidade, a possibilidade de armazenamento de energia potencial por meio dos reservatórios e sua capacidade de contribuir para a estabilidade do sistema elétrico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, grandes empreendimentos hidrelétricos envolvem investimentos elevados, estruturas complexas, extensas áreas de infraestrutura e riscos operacionais, ambientais e patrimoniais que precisam ser considerados desde a implantação até a operação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O vento ganhou espaço e já responde por 15 por cento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A energia eólica é uma das grandes histórias de expansão da matriz elétrica brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, os parques eólicos produziram 116.488 GWh, correspondentes a 15,0 por cento de toda a geração de eletricidade do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A capacidade instalada eólica alcançou 34.707 MW no mesmo ano, com crescimento de 17,5 por cento em relação a 2024. A geração também cresceu 8,2 por cento. (<a href="https://www.epe.gov.br/pt/imprensa/noticias/epe-publica-o-relatorio-sintese-do-balanco-energetico-nacional-2026?TermId=4988298d-2864-4c73-b30b-2fac6eeedc62&amp;TermSetId=f341fbc1-ec78-479c-816c-e0ef3e8616ec&amp;TermStoreId=44362b4b-ca66-4d57-966d-16298c098df5&amp;utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Nordeste é o grande centro da geração eólica brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A combinação de ventos fortes, constantes e favoráveis durante grande parte do ano transformou estados como Bahia, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Pernambuco em importantes polos de geração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expansão dos parques eólicos também modificou a paisagem de diversas regiões brasileiras, com grandes conjuntos de aerogeradores conectados ao sistema de transmissão nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das vantagens da fonte eólica é utilizar um recurso natural abundante e renovável para produzir eletricidade sem a necessidade de combustão de combustíveis fósseis durante a geração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tecnologia também avançou significativamente, permitindo a utilização de aerogeradores maiores e mais eficientes e a instalação de parques em regiões com excelente potencial de vento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A energia eólica, entretanto, depende das condições naturais do vento. Por isso, sua expansão acontece em conjunto com outras fontes e com uma rede elétrica capaz de transportar a energia produzida nos grandes centros geradores até os locais onde ela será consumida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A energia solar é a fonte que mais acelera</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entre todas as transformações recentes da matriz elétrica brasileira, nenhuma chama tanta atenção quanto a expansão da energia solar fotovoltaica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, a geração solar fotovoltaica alcançou 88.141 GWh, representando 11,4 por cento da geração total de eletricidade do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento em relação a 2024 foi de 24,7 por cento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A capacidade instalada chegou a 64,8 GW, um aumento de aproximadamente 34 por cento em apenas um ano. Do total instalado, 44,7 GW correspondiam à geração distribuída e 20,1 GW à geração centralizada. (<a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-160/topico-168/Anuario_Sumario%20Executivo_2026_V1.pdf?utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse dado ajuda a explicar por que a energia solar está cada vez mais presente no cotidiano de empresas, indústrias, propriedades rurais e residências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma parte importante dessa expansão acontece fora das grandes usinas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É a chamada Micro e Minigeração Distribuída, ou MMGD.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse modelo, o próprio consumidor pode instalar uma unidade geradora, normalmente um sistema fotovoltaico, em sua residência, empresa, propriedade rural ou outro imóvel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A energia produzida pode ser consumida no próprio local e, conforme as regras aplicáveis, o excedente pode ser injetado na rede para posterior compensação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ANEEL estabelece atualmente a microgeração distribuída para centrais de até 75 kW e a minigeração para instalações acima de 75 kW, dentro dos limites estabelecidos pela regulamentação. (<a href="https://www.gov.br/aneel/pt-br/assuntos/geracao-distribuida?utm_source=chatgpt.com">Serviços e Informações do Brasil</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, a MMGD alcançou 45,0 GW de capacidade instalada, aproximadamente 7,2 milhões de consumidores e uma geração estimada de 54.483 GWh.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso representa uma transformação importante na forma como parte da energia é produzida e consumida no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de toda a eletricidade ser produzida em grandes usinas e transportada por longas distâncias, uma parcela crescente passa a ser gerada próxima ao ponto de consumo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que mais aparece nas casas e nas empresas?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando falamos em geração própria de energia, a fonte solar fotovoltaica é, de longe, a principal protagonista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso acontece porque os painéis solares podem ser instalados em telhados, estacionamentos, terrenos, galpões industriais, propriedades rurais e outras áreas disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expansão também alcança diferentes perfis de consumidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas residências, os sistemas fotovoltaicos podem reduzir a dependência da energia comprada da distribuidora e permitir a compensação da energia excedente conforme as regras do sistema de compensação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas empresas, a geração própria pode ser utilizada para reduzir custos com eletricidade, melhorar a previsibilidade de despesas e aproveitar áreas disponíveis nos próprios imóveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em propriedades rurais, os sistemas solares também encontram aplicações importantes, incluindo instalações de bombeamento, irrigação, armazenamento, estruturas de produção e demais atividades que demandam eletricidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escala dessa transformação é significativa. Entre 2024 e 2025, a capacidade instalada da MMGD aumentou de 36,2 GW para 45,0 GW. A EPE também aponta que o segmento residencial permanece como um dos principais motores da expansão da geração distribuída. (<a href="https://www.epe.gov.br/pt/imprensa/noticias/epe-atualiza-painel-interativo-sobre-mmgd-com-dados-de-2025?utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">A energia solar distribuída também é responsável por uma parcela expressiva da própria geração solar brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, aproximadamente 60 por cento dos 88.141 GWh de geração solar fotovoltaica vieram da micro e minigeração distribuída. (<a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-160/topico-168/Anuario_Sumario%20Executivo_2026_V1.pdf?utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse movimento mostra uma mudança estrutural no setor elétrico: o consumidor deixou de ser apenas consumidor e passou, em muitos casos, a também produzir energia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Onde estão concentradas as fontes de geração?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A distribuição das fontes de energia pelo território brasileiro é bastante desigual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada região apresenta características naturais diferentes e, consequentemente, vantagens para determinados tipos de geração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A energia eólica possui forte concentração no Nordeste, especialmente em estados como Bahia, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A energia solar também encontra condições especialmente favoráveis no Nordeste, além de apresentar forte expansão em Minas Gerais, São Paulo e outros estados do Sudeste e Centro-Oeste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A geração hidráulica possui presença histórica em diferentes regiões, com grandes empreendimentos distribuídos principalmente pelas bacias hidrográficas brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A biomassa está fortemente relacionada à localização das cadeias agroindustriais. A produção de cana-de-açúcar, por exemplo, favorece a geração de eletricidade a partir do bagaço e de outros subprodutos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em termos de capacidade instalada total de geração elétrica, Minas Gerais passou a liderar o ranking entre os estados em 2025, ultrapassando São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquele ano, os cinco estados com maior participação na capacidade instalada nacional foram Minas Gerais, com 11,3 por cento, São Paulo, com 10,8 por cento, Bahia, com 8,8 por cento, Paraná, com 8,7 por cento, e Pará, também com 8,7 por cento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Juntos, esses cinco estados concentravam 48,3 por cento da capacidade instalada brasileira. (<a href="https://dashboard.epe.gov.br/apps/anuario-livro/livro/pt/destaques.html?utm_source=chatgpt.com">EPE Dashboard</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse dado é importante porque demonstra que a geografia da energia brasileira está mudando. Os grandes complexos hidrelétricos continuam fundamentais, mas a expansão de parques solares e eólicos está criando novos polos de geração em diferentes regiões.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Biomassa: quando um resíduo vira energia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A biomassa representa outra importante fonte renovável da matriz brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, a geração por biomassa alcançou 66.090 GWh, correspondendo a 8,5 por cento da geração elétrica brasileira. (<a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-160/topico-168/Anuario_Sumario%20Executivo_2026_V1.pdf?utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lógica é aproveitar materiais orgânicos capazes de gerar energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais exemplos estão o bagaço de cana-de-açúcar, resíduos de processos industriais, licor preto da indústria de celulose e outros materiais provenientes de atividades agroindustriais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O setor sucroenergético brasileiro é um dos principais exemplos dessa integração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cana-de-açúcar é utilizada para produzir açúcar e etanol, enquanto o bagaço resultante do processamento pode ser utilizado como combustível para geração de vapor e eletricidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso cria uma cadeia de aproveitamento energético em que um subproduto de uma atividade industrial passa a ter valor econômico e energético.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da biomassa tradicional, outras formas de aproveitamento de resíduos também podem gerar energia, como o biogás produzido a partir da decomposição de matéria orgânica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa característica torna a biomassa particularmente interessante para o Brasil, devido ao tamanho e à diversidade de suas cadeias agrícolas, industriais e florestais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">E as fontes não renováveis?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da forte predominância das fontes renováveis, o Brasil também utiliza fontes não renováveis para garantir a segurança e a flexibilidade do sistema elétrico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, as usinas termelétricas tiveram geração de 169,9 TWh, crescimento de 12,3 por cento em relação a 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro desse grupo, o gás natural ganhou destaque, com geração de 58.645 GWh, equivalente a 7,6 por cento da geração elétrica brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A energia nuclear respondeu por 2,0 por cento, o carvão por 1,4 por cento e os derivados de petróleo por 0,9 por cento. Outras fontes responderam por 1,5 por cento. (<a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-160/topico-168/Anuario_Sumario%20Executivo_2026_V1.pdf?utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">As termelétricas desempenham uma função estratégica porque podem ser acionadas de acordo com as necessidades do sistema, contribuindo para complementar a geração de fontes cuja produção varia conforme condições climáticas, como chuva, vento e radiação solar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma matriz cada vez mais diversificada</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os números de 2025 mostram uma mudança importante na composição da eletricidade brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A hidráulica continua sendo a maior fonte individual, com 51,7 por cento da geração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A eólica já representa 15,0 por cento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A solar alcançou 11,4 por cento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A biomassa respondeu por 8,5 por cento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Somadas, essas quatro fontes representam 86,6 por cento da geração elétrica brasileira. A participação oficial das fontes renováveis na matriz elétrica chegou a 86,8 por cento, considerando também as demais fontes renováveis. (<a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-160/topico-168/Anuario_Sumario%20Executivo_2026_V1.pdf?utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro número chama atenção: eólica e solar juntas já representaram 26,4 por cento da geração total de eletricidade do país em 2025. (<a href="https://www.epe.gov.br/pt/imprensa/noticias/epe-publica-o-relatorio-sintese-do-balanco-energetico-nacional-2026?TermId=4988298d-2864-4c73-b30b-2fac6eeedc62&amp;TermSetId=f341fbc1-ec78-479c-816c-e0ef3e8616ec&amp;TermStoreId=44362b4b-ca66-4d57-966d-16298c098df5&amp;utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tendência também aparece na expansão da capacidade instalada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, o Brasil adicionou 24,6 GW de capacidade de geração elétrica, chegando a 261 GW.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Somente a energia solar acrescentou 16,3 GW no ano, sendo 8,8 GW provenientes da micro e minigeração distribuída.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram adicionados ainda 5,2 GW de capacidade eólica, 2,8 GW de termelétricas e aproximadamente 0,3 GW de capacidade hidráulica. (<a href="https://dashboard.epe.gov.br/apps/anuario-livro/livro/pt/destaques.html?utm_source=chatgpt.com">EPE Dashboard</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, enquanto as grandes hidrelétricas continuam sustentando uma parcela enorme da geração brasileira, a expansão recente está cada vez mais concentrada em fontes como solar e eólica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mais geração também significa mais investimentos e mais riscos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A expansão das fontes renováveis cria novas oportunidades para o setor energético brasileiro, mas também aumenta a necessidade de planejamento, gestão de riscos e proteção patrimonial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma usina hidrelétrica envolve barragens, turbinas, geradores, subestações, linhas de transmissão e estruturas de grande porte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um parque eólico reúne aerogeradores, transformadores, redes internas, subestações, acessos e equipamentos especializados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma usina solar possui milhares de módulos fotovoltaicos, inversores, estruturas metálicas, transformadores, sistemas elétricos e equipamentos de conexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na geração distribuída, a escala pode ser menor, mas os ativos também representam investimentos importantes para famílias, empresas, produtores rurais e investidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em todos esses casos, existem riscos relacionados à implantação, transporte, montagem, operação, equipamentos, danos materiais, interrupção das atividades e outros eventos que podem comprometer o investimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É justamente nesse cenário que o seguro especializado assume importância estratégica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Energia renovável também precisa de proteção</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento da geração renovável brasileira representa uma transformação estrutural no setor elétrico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Água, vento, sol e biomassa estão participando cada vez mais da produção de eletricidade e, paralelamente, milhões de consumidores estão passando a gerar sua própria energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para empresas e investidores que atuam nesse mercado, compreender os riscos de cada projeto é tão importante quanto compreender seu potencial de geração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Acesso Brasil Seguros atua há 16 anos no mercado, com experiência e know-how em seguros para o setor de energia e infraestrutura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nosso trabalho é compreender as características de cada projeto, identificar os principais riscos envolvidos e buscar soluções de proteção compatíveis com a realidade de cada operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque a energia que movimenta o Brasil também movimenta investimentos, empresas e projetos que precisam estar protegidos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fontes e dados</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados apresentados neste artigo têm como principais referências o Balanço Energético Nacional 2026 e o Anuário Estatístico de Energia Elétrica 2026, ambos elaborados pela Empresa de Pesquisa Energética, com ano base 2025, além de informações da Agência Nacional de Energia Elétrica sobre micro e minigeração distribuída. (<a href="https://www.epe.gov.br/pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/Balanco-Energetico-Nacional-2026?utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os percentuais de geração, capacidade instalada e crescimento apresentados podem variar conforme o indicador utilizado, especialmente quando se compara geração efetiva em GWh com capacidade instalada em GW. Por isso, os números acima distinguem esses dois conceitos sempre que necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Aneel prevê leilão de transmissão com R$ 22 bilhões em investimentos.</title>
		<link>https://www.acessobrasilseguros.com.br/aneel-preve-leilao-de-transmissao-com-r-22-bilhoes-em-investimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 14:21:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo!]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso Brasil Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[ANEEL]]></category>
		<category><![CDATA[Bid Bond]]></category>
		<category><![CDATA[Expertise Acesso Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Leilão ANEEL]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Energia Elétrica projeta que o próximo leilão de transmissão de energia, previsto para 2026, poderá movimentar cerca de R$ 22 bilhões em investimentos no setor. A expectativa é de um certame de grande porte, superior aos anteriores, com lotes ainda em fase de estruturação. A consulta pública deve ser aberta no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Energia Elétrica projeta que o próximo leilão de transmissão de energia, previsto para 2026, poderá movimentar cerca de R$ 22 bilhões em investimentos no setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa é de um certame de grande porte, superior aos anteriores, com lotes ainda em fase de estruturação. A consulta pública deve ser aberta no início de abril, enquanto a realização do leilão está prevista para o último trimestre do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo segue condicionado à análise e deliberação do Tribunal de Contas da União, etapa essencial para validação do modelo e posterior agendamento oficial da licitação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário recente reforça o alto nível de competitividade do setor. No último leilão realizado, foram movimentados aproximadamente R$ 3,3 bilhões, com deságio médio superior a 50%, evidenciando forte apetite do mercado e elevada disputa entre os players.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa para o próximo certame é de manutenção desse ambiente competitivo, aliado a um aumento significativo nos investimentos em infraestrutura de transmissão, fator estratégico para a expansão e segurança do sistema elétrico nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse contexto, operações dessa magnitude exigem não apenas capacidade técnica, mas também uma estrutura robusta de garantias. O Bid Bond, nesse cenário, torna-se um instrumento essencial para assegurar a participação qualificada e a credibilidade dos proponentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Acesso Brasil Seguros possui o know-how necessário em Bid Bond e atuação consolidada em projetos de grande porte. Para participar com segurança em leilões desse nível, é fundamental contar com uma assessoria experiente, com histórico comprovado de resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com mais de 15 anos de atuação em leilões dessa natureza, a Acesso Brasil oferece suporte estratégico completo, garantindo segurança, agilidade e competitividade para seus clientes.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Datacenters devem dobrar o consumo de energia no Brasil em quatro anos</title>
		<link>https://www.acessobrasilseguros.com.br/datacenters-devem-dobrar-o-consumo-de-energia-no-brasil-em-quatro-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 14:29:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo!]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso Brasil Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[ANEEL]]></category>
		<category><![CDATA[Expertise Acesso Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[seguros para energia]]></category>
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					<description><![CDATA[Expansão da inteligência artificial e da computação em nuvem pressiona a matriz elétrica nacional O crescimento acelerado dos data centers no Brasil e no mundo tem colocado o setor no centro das discussões sobre consumo de energia e sustentabilidade. Impulsionados principalmente pela expansão da inteligência artificial (IA), da computação em nuvem e do aumento exponencial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Expansão da inteligência artificial e da computação em nuvem pressiona a matriz elétrica nacional</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento acelerado dos data centers no Brasil e no mundo tem colocado o setor no centro das discussões sobre consumo de energia e sustentabilidade. Impulsionados principalmente pela expansão da inteligência artificial (IA), da computação em nuvem e do aumento exponencial no volume de dados processados diariamente, esses centros de processamento passaram a demandar volumes cada vez maiores de eletricidade e recursos naturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com levantamento da MIT Technology Review Brasil, com base em estudos nacionais e internacionais, os data centers já representavam, em 2024, cerca de 1,7% do consumo total de energia elétrica no Brasil, o equivalente a 8,2 terawatts-hora (TWh). Esse número, no entanto, tende a crescer de forma significativa nos próximos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consumo de energia pode mais que dobrar até 2029</p>



<p class="wp-block-paragraph">As projeções indicam que, até 2029, os data centers devem responder por 3,9% de toda a demanda nacional de eletricidade — mais do que o dobro do percentual atual. Esse avanço acompanha o crescimento da demanda por serviços digitais, armazenamento em nuvem, aplicações de IA generativa, big data e automação de processos em praticamente todos os setores da economia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para funcionar de forma contínua e segura, os data centers exigem energia ininterrupta, sistemas robustos de refrigeração e infraestrutura altamente confiável, o que explica o elevado consumo energético dessas instalações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto invisível: energia, água e recursos naturais</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do consumo direto de eletricidade, o estudo chama atenção para um impacto menos perceptível, mas igualmente relevante: o uso indireto de água. Grande parte da água associada à operação dos data centers está ligada à geração de energia, especialmente em usinas hidrelétricas e termelétricas, que abastecem essas estruturas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, mesmo quando a água não é utilizada diretamente no resfriamento dos equipamentos, ela está presente no processo de produção da eletricidade consumida, ampliando a pressão sobre os recursos hídricos e o meio ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a MIT Technology Review Brasil, sem avanços em eficiência energética e uma matriz elétrica cada vez mais limpa, a expansão dos data centers pode intensificar desafios ambientais importantes, exigindo planejamento estratégico e políticas públicas adequadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma oportunidade estratégica para o Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos desafios, o estudo destaca um ponto altamente positivo: o Brasil possui uma vantagem competitiva significativa em relação à maioria dos países do mundo. A matriz elétrica brasileira é majoritariamente renovável, baseada principalmente em fontes hidrelétricas, além de um crescimento consistente das energias solar e eólica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cenário cria condições favoráveis para que o país se posicione como referência em computação sustentável, combinando tecnologia, energia limpa, eficiência hídrica e boas práticas de governança ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caminho para um crescimento sustentável</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que esse potencial se concretize, o crescimento do setor de data centers exigirá investimentos contínuos em:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eficiência energética;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Infraestrutura elétrica robusta;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ampliação de fontes renováveis;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tecnologias de refrigeração mais eficientes;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Planejamento integrado entre setor público e privado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esses avanços, a expansão dos data centers pode deixar de ser apenas um desafio e se transformar em um vetor de inovação tecnológica, competitividade econômica e alinhamento às metas ambientais, fortalecendo o papel do Brasil na economia digital global.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Agência homologa resultado do Leilão de Energia Nova A-5</title>
		<link>https://www.acessobrasilseguros.com.br/agencia-homologa-resultado-do-leilao-de-energia-nova-a-5/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 13:11:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo!]]></category>
		<category><![CDATA[ABRAPCH]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso Brasil Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[ANEEL]]></category>
		<category><![CDATA[Bid Bond]]></category>
		<category><![CDATA[CGH]]></category>
		<category><![CDATA[Expertise Acesso Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Leilão ANEEL]]></category>
		<category><![CDATA[PCH]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acessobrasilseguros.com.br/?p=4552</guid>

					<description><![CDATA[ANEEL aprova homologação de 63 empreendimentos de fonte hidrelétrica A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou, na última terça-feira (11/11), a homologação do resultado e a adjudicação do Leilão de Energia Nova A-5, referente a 63 empreendimentos de fonte hidrelétrica com potência instalada de até 50 MW. O leilão, realizado em 22 de agosto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">ANEEL aprova homologação de 63 empreendimentos de fonte hidrelétrica</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou, na última terça-feira (11/11), a homologação do resultado e a adjudicação do Leilão de Energia Nova A-5, referente a 63 empreendimentos de fonte hidrelétrica com potência instalada de até 50 MW.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O leilão, realizado em 22 de agosto pela ANEEL em parceria com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), teve como objetivo contratar energia proveniente de novos empreendimentos de geração, com início de suprimento em até cinco anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, foram contratados 384,5 MW médios, totalizando 67,4 TWh (terawatts-hora) a serem fornecidos ao longo de 20 anos, prazo dos contratos de comercialização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os empreendimentos homologados estão 53 Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), oito Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs) e duas Usinas Hidrelétricas (UHEs).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Das 65 usinas classificadas, duas ainda aguardam homologação — as geradoras Guarani Geração de Energia Elétrica SPE Ltda. e Rio Turvo Energética Ltda., responsáveis pelas PCHs Guarani e Ribeirão Bonito, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lista completa das 63 usinas homologadas pode ser consultada no Diário Oficial da União, por meio do Despacho nº 3.169, de 24 de outubro de 2025.<br><a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/despacho-n-3.169-de-24-de-outubro-de-2025-664896648"><strong>Acesse aqui a publicação oficial.</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: ANEEL – Comissão Permanente de Leilões</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Aneel habilita proponentes do leilão A-5</title>
		<link>https://www.acessobrasilseguros.com.br/aneel-habilita-proponentes-do-leilao-a-5/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 17:08:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo!]]></category>
		<category><![CDATA[ABRAPCH]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso Brasil Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[ANEEL]]></category>
		<category><![CDATA[Bid Bond]]></category>
		<category><![CDATA[CGH]]></category>
		<category><![CDATA[Expertise Acesso Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Hidrelétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Leilão ANEEL]]></category>
		<category><![CDATA[PCH]]></category>
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					<description><![CDATA[Resultado do Leilão A-5 da Aneel: 63 proponentes habilitados e mais de R$ 26 bilhões em contratos A Comissão Permanente de Leilões (CPL) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgou o resultado da habilitação dos vendedores do Leilão A-5, realizado em 22 de agosto de 2025. Dos 65 proponentes participantes, 63 foram habilitados e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Resultado do Leilão A-5 da Aneel: 63 proponentes habilitados e mais de R$ 26 bilhões em contratos</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Comissão Permanente de Leilões (CPL) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgou o resultado da habilitação dos vendedores do Leilão A-5, realizado em 22 de agosto de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dos 65 proponentes participantes, 63 foram habilitados e apenas dois inabilitados. O certame negociou 3.845 lotes, que somam 67.410.540 MWh, com preço médio de R$ 392,84/MWh, resultando em R$ 26,481 bilhões em contratos firmados. O deságio médio ficou em 3,16%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A energia foi comercializada por 64 proponentes, responsáveis por 65 empreendimentos, sendo 2 Usinas Hidrelétricas (UHEs), 8 Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs) e 55 Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). Os investimentos previstos para implantação dos projetos somam R$ 5,462 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Nota Técnica da Comissão, os proponentes Guarani Geração de Energia Elétrica e Rio Turvo Energética, titulares das PCHs Guarani e Rio Bonito, respectivamente, foram inabilitados. A Guarani não atendeu ao requisito de Índice de Liquidez Geral mínimo, embora tenha cumprido os demais critérios. Já a Rio Turvo Energética participou do leilão amparada por uma liminar judicial, posteriormente revogada, o que restabeleceu a ausência de habilitação técnica junto à EPE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CPL informou que, caso as inabilitações sejam mantidas, processos específicos serão abertos para apuração de responsabilidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Leilão A-5 segue como um dos mais relevantes instrumentos de incentivo à expansão da matriz elétrica nacional, garantindo novos investimentos em energia renovável e segurança no abastecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Fonte: Aneel – Comissão Permanente de Leilões</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Seguro para o setor de energia ganha força em meio a riscos extremos</title>
		<link>https://www.acessobrasilseguros.com.br/seguro-para-o-setor-de-energia-ganha-forca-em-meio-a-riscos-extremos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 18:16:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo!]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso Brasil Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[ANEEL]]></category>
		<category><![CDATA[ciber ataque]]></category>
		<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Expertise Acesso Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[seguros para energia]]></category>
		<category><![CDATA[seguros personalizados]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado de energia vive um momento de expansão e modernização, mas também enfrenta desafios crescentes. De acordo com o Future Risks Report 2024, da AXA, os riscos ligados ao setor ocupam o sétimo lugar entre as maiores preocupações globais — cenário que só se intensifica diante de ameaças indiretas, como mudanças climáticas, instabilidade geopolítica [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O mercado de energia vive um momento de expansão e modernização, mas também enfrenta desafios crescentes. De acordo com o Future Risks Report 2024, da AXA, os riscos ligados ao setor ocupam o sétimo lugar entre as maiores preocupações globais — cenário que só se intensifica diante de ameaças indiretas, como mudanças climáticas, instabilidade geopolítica e ataques cibernéticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, onde o segmento de renováveis avança rapidamente, o setor de seguros ainda tem muito espaço para crescer. Isso abre oportunidades para soluções inovadoras, como os seguros paramétricos, que atrelam a cobertura a índices climáticos específicos, protegendo contra variações de vento ou irradiação solar que possam impactar a produção e a lucratividade das usinas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, surgem coberturas para flutuação no preço da energia e soluções personalizadas baseadas em análises de dados climáticos e geográficos — como softwares que calculam a frequência de raios ou a probabilidade de alagamentos em determinada área. São ferramentas que ajudam a antecipar riscos e a tornar projetos mais viáveis financeiramente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As tradicionais apólices de engenharia, que cobrem obras e garantias contratuais, seguem essenciais em um mercado pressionado por prazos e pela complexidade logística. Também ganham força as coberturas para riscos operacionais — como interrupções por superaquecimento, problemas em barragens ou falhas que levam à paralisação e afetam a receita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A preocupação com ataques cibernéticos já é realidade no setor. Seguradoras têm investido em consultorias especializadas para mapear vulnerabilidades, modular contratos e até aplicar recursos que unem telemetria e inteligência artificial para avaliar o grau de maturidade cibernética das concessionárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim das contas, o seguro deixou de ser acessório. Hoje, é parte estratégica para viabilizar e garantir a continuidade de projetos de geração, transmissão e distribuição no longo prazo. E mais do que transferir riscos, o mercado caminha para integrá-los a políticas robustas de prevenção, com cláusulas contratuais que exigem controle de vegetação, construção de barreiras contra chuvas e protocolos avançados de segurança digital.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f517.png" alt="🔗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A Acesso Brasil Seguros atua lado a lado com empresas do setor, oferecendo expertise, personalização e acompanhamento próximo em todas as fases do projeto.<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> São 15 anos de atuação e uma expertise reconhecida nacionalmente como especialista em seguros para energia.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cemig usa nanossatélites para monitorar invasões em redes de alta tensão</title>
		<link>https://www.acessobrasilseguros.com.br/cemig-usa-nanossatelites-para-monitorar-invasoes-em-redes-de-alta-tensao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2025 18:41:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo!]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso Brasil Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[cemig]]></category>
		<category><![CDATA[Expertise Acesso Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[seguros para energia]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa contou com investimento total de R$ 2 milhões ao longo dos últimos cinco anos A Cemig está utilizando imagens de nanossatélites (pequenos satélites artificiais com massa menor que 10 kg) para monitorar e coibir invasões em faixas de segurança sob suas redes de alta tensão. A tecnologia, baseada na constelação Planet, composta por mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Iniciativa contou com investimento total de R$ 2 milhões ao longo dos últimos cinco anos</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Cemig está utilizando imagens de nanossatélites (pequenos satélites artificiais com massa menor que 10 kg) para monitorar e coibir invasões em faixas de segurança sob suas redes de alta tensão. A tecnologia, baseada na constelação Planet, composta por mais de 130 nanossatélites Dove, permite o acompanhamento diário das linhas de transmissão e distribuição da companhia em toda a sua área de concessão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As imagens obtidas são processadas pela empresa brasileira SCCON, que aplica algoritmos de inteligência artificial para detectar alterações no uso do solo e identificar ocupações irregulares. A iniciativa contou com investimento total de R$ 2 milhões ao longo dos últimos cinco anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de identificar invasões, a Cemig também explora outras aplicações para as imagens, como classificação do solo, monitoramento da vegetação, limpeza de faixas e controle de áreas próximas a reservatórios de hidrelétricas. Um projeto piloto de monitoramento da limpeza de faixas está sendo realizado em duas linhas de transmissão, uma na Região Metropolitana de Belo Horizonte e outra no Norte de Minas. O objetivo é ampliar o uso da tecnologia para otimizar a fiscalização e prevenir riscos à população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a empresa, com base nas imagens atualizadas é possível identificar rapidamente novas construções em áreas críticas, realizar fiscalizações e notificar os responsáveis. Em casos mais graves, o processo segue para a via judicial, com ações para impedir a continuidade das obras. O monitoramento por satélite complementa as inspeções terrestres e melhora o desempenho das equipes em campo. A Cemig acredita que o uso contínuo dessa tecnologia representa um avanço significativo na gestão da rede elétrica, garantindo mais segurança, eficiência e sustentabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Usinas Solares alcançam 10,4 GW de capacidade instalada.</title>
		<link>https://www.acessobrasilseguros.com.br/usinas-solares-alcancam-104-gw-de-capacidade-instalada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 18:17:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo!]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso Brasil Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[Expertise Acesso Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[seguro para energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[seguros para energia]]></category>
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					<description><![CDATA[Feito ocorreu em agosto, quando 744,7 MW entraram em operação dessa fonte As usinas solares alcançaram no dia 31 de agosto 10,4 gigawatts (GW) de capacidade instalada, chegando a 5,27% da potência outorgada total (de 195,6 GW), os dados são do Sistema de Informações de Geração da Aneel, produzido pela Agência Nacional de Energia Elétrica. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Feito ocorreu em agosto, quando 744,7 MW entraram em operação dessa fonte</p>



<p class="wp-block-paragraph">As usinas solares alcançaram no dia 31 de agosto 10,4 gigawatts (GW) de capacidade instalada, chegando a 5,27% da potência outorgada total (de 195,6 GW), os dados são do Sistema de Informações de Geração da Aneel, produzido pela Agência Nacional de Energia Elétrica. No fim de agosto, havia 18,1 mil unidades de centrais geradoras solares fotovoltaicas em operação, contabilizadas apenas aquelas centralizadas, que podem ser despachadas pelo ONS. Somente durante o mês, 15 usinas de fonte solar entraram em operação, totalizando 744,7 megawatts (MW).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os dados, Minas Gerais é o estado com maior número de empreendimentos solares fotovoltaicos, com 101 unidades e 3,6 GW de potência outorgada. Também ultrapassam 1 GW de capacidade decorrente de fonte solar os estados da Bahia (71 unidades, 2,1 GW) e do Piauí (50 unidades, 1,5 GW).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra modalidade de geração a partir de fonte solar também apresenta crescimento acelerado: a micro e minigeração distribuída. De acordo com o painel de monitoramento disponível no portal da Aneel, há 2,1 milhões de sistemas com painéis solares instalados no país, com 23,5 GW em potência instalada. Esses sistemas beneficiam mais de 3 milhões de unidades consumidoras com créditos que compensam parcial em totalmente o uso da energia elétrica contabilizado na fatura mensal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estado com maior potência instalada em micro e minigeração distribuída de fonte solar é São Paulo (339 mil sistemas, 3,2 GW instalados), seguido por Minas Gerais (256 mil sistemas, 3,1 GW) e Rio Grande do Sul (271 mil sistemas, 2,4 GW). Somente em 2023, 446,9 mil sistemas foram instalados em todo o país, com uma oferta de 5,3 GW.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aneel aprova edital do maior leilão de transmissão, com investimentos de R$ 21,7 bilhões</title>
		<link>https://www.acessobrasilseguros.com.br/aneel-aprova-edital-do-maior-leilao-de-transmissao-com-investimentos-de-r-217-bilhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Aug 2023 17:10:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo!]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso Brasil Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[ANEEL]]></category>
		<category><![CDATA[Bid Bond]]></category>
		<category><![CDATA[Expertise Acesso Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Leilão ANEEL]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.www.acessobrasilseguros.com.br/?p=1480</guid>

					<description><![CDATA[O principal destaque do certame, marcado para 15 de dezembro, é uma grande linha de transmissão bipolo em corrente contínua]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira o edital do próximo leilão de linhas de transmissão, que será o maior já realizado no Brasil em termos de investimentos, com 21,7 bilhões de reais em aportes previstos na implantação dos projetos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O principal destaque do certame, marcado para 15 de dezembro, é uma grande linha de transmissão bipolo em corrente contínua, projeto que sozinho deverá exigir 18,1 bilhões de reais em investimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estão previstos ainda dois lotes menores, um com linhas entre Goiás, Minas Gerais e São Paulo e previsão de 2,6 bilhões de reais em investimentos, e outro conectando Minas Gerais e São Paulo com 1 bilhão de reais em aportes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para permitir maior competição entre as empresas pelo lote do bipolo, o regulador previu no edital a separação do empreendimento em quatro sublotes. Empreendedores vão poder concorrer pelo lote inteiro ou pelos quatro sublotes separadamente, prevalecendo como vencedor ou vencedores os que oferecerem o melhor preço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dinâmica diferenciada na disputa pelo bipolo foi pensada para que a competição não ficasse restrita a poucas empresas, explicou o relator do processo na Aneel, diretor Ricardo Tili.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, há apenas quatro fabricantes no mundo que trabalham com a tecnologia de conversores de corrente contínua em alta tensão, conhecido como “HVDC”. Se uma empresa interessada fechasse contrato de exclusividade com um fabricante, como costuma ocorrer antes dos leilões, a concorrência seria pequena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente ficaria restrito a apenas quatro empresas participando desse leilão do lote como um todo, que representa 83% do (investimento do) leilão”, disse Tili durante a reunião desta terça-feira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia de separar o projeto em sublotes não tinha sido divulgada até então pela Aneel, de forma que algumas empresas que não possuem experiência com a tecnologia HVDC já haviam indicado que poderiam não participar da disputa pelo projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O CEO da ISA Cteep, Rui Chammas, disse na véspera que a companhia não estudaria o bipolo e focaria em outros lotes oferecidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já outras companhias, como a Eletrobras, sinalizaram interesse no empreendimento e que poderiam inclusive compor consórcios para fazer frente ao elevado volume de investimentos previstos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a principal operadora da tecnologia de corrente contínua em alta tensão no Brasil é a chinesa State Grid, que opera um linhão que conecta a hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, ao Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">EXPANSÃO DA TRANSMISSÃO</p>



<p class="wp-block-paragraph">O certame faz parte de um plano do governo de expandir a rede de transmissão brasileira para reforçar o escoamento da energia eólica e solar gerada nos principais polos dessas fontes, o Nordeste e o norte de Minas Gerais, para os centros de carga do Sul e Sudeste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A princípio, a licitação ocorreria em outubro, mas acabou sendo adiada para evitar potenciais gargalos que pudessem surgir na cadeia de suprimentos e com licenciamento dos projetos, uma vez que um grande leilão já foi realizado pelo governo em junho deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Aneel já estava preocupada com a realização de tantos investimentos concentrados em pouquíssimo tempo… Isso tinha uma grande dificuldade de, ou chegar no final e termos eventualmente um leilão vazio, por ausência de competição, ou de pagamento de um preço maior”, disse o diretor-geral da agência reguladora, Sandoval Feitosa, nesta terça-feira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro leilão de transmissão de energia de 2023 ofereceu nove lotes, com 15,7 bilhões de reais em investimentos. O Ministério de Minas e Energia já prevê outro grande certame para 2024, com projetos exigindo mais 20 bilhões de reais em investimentos.</p>
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		<title>Paraná dá pontapé inicial para a privatização da Copel (CPLE6); oferta pode chegar à R$ 5 bi</title>
		<link>https://www.acessobrasilseguros.com.br/parana-da-pontape-inicial-para-a-privatizacao-da-copel-cple6-oferta-pode-chegar-a-r-5-bi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jul 2023 13:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo!]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso Brasil Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[Bid Bond]]></category>
		<category><![CDATA[Expertise Acesso Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[seguros para energia]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo do Paraná saiu na frente e deu o pontapé para iniciar a privatização da Companhia Paranaense de Energia — Copel (CPLE6). Nesta quarta-feira (26), a companhia anunciou a oferta de ações em bolsa, que pode alcançar R$ 5 bilhões, em processo marcado para acontecer no próximo 8 de agosto. O anúncio na operação para o final deste mês foi antecipada pelo Broadcast em 16 de junho.]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Essa é uma operação que tem potencial de gerar grande interesse de investidores estrangeiros</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O governo do Paraná saiu na frente e deu o pontapé para iniciar a privatização da Companhia Paranaense de Energia — Copel (CPLE6). Nesta quarta-feira (26), a companhia anunciou a oferta de ações em bolsa, que pode alcançar R$ 5 bilhões, em processo marcado para acontecer no próximo 8 de agosto. O anúncio na operação para o final deste mês foi antecipada pelo Broadcast em 16 de junho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme comunicado enviado ao mercado há pouco, a oferta pública de distribuição primária e secundária será de, inicialmente, 549.171.000 ações ordinárias de emissão da companhia, sendo a distribuição primária de, inicialmente, 229.886.000 ações a serem emitidas pela companhia; e secundária de, inicialmente, 319.285.000 ações detidas e a serem alienadas pelo governo do Estado do Paraná.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O preço de referência é de R$ 7,85 por ação e a oferta básica, dessa forma, pode movimentar R$ 4,3 bilhões. No entanto, conforme informa a companhia, considerando um lote suplementar de 15%, a oferta pode alcançar R$ 4,9 bilhões. A oferta foi encaminhada para análise da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Copel informou ainda que a oferta contará com uma tranche prioritária para acionistas da companhia, bem como alocação para empregados e aposentados da Companhia e também para investidores de varejo, nos termos e condições previstos no prospecto preliminar da oferta que estão no site da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação tem um lockup de 180 dias, durante os quais os administradores e o acionista vendedor assumiram o compromisso de não vender ações de emissão da companhia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação acontece antes mesmo do Tribunal de Contas da União (TCU) dar aval sobre o bônus de outorga a ser pago pela Copel na renovação de concessões hidrelétricas, de R$ 3,7 bilhões. Parte da captação da oferta será justamente para pagar esse valor. No dia 6 de julho, o ministro do TCU Vital do Rêgo pediu vistas durante a votação, o que prorroga o prazo de análise em 30 dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na expectativa de ganhar as manchetes com uma privatização brilhante, bancos e o governo paranaense vinham tentando colocar a operação no mercado no fim deste mês, ainda para pegar a janela de captação antes das férias de verão no Hemisfério Norte. Essa é uma operação que tem potencial de gerar grande interesse de investidores estrangeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação tem como coordenador líder o BTG Pactual, e inclui ainda Bradesco BBI, UBS BB e Itaú BBA, este último devendo atuar como agente estabilizador. O Morgan Stanley também foi contratado e a modelagem de privatização foi feita pela Banco Genial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: e|investidor</p>
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