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	<title>energia eolica &#8211; Acesso Brasil Seguros</title>
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		<title>Eólicas obtém liberação comercial de 30MW no Nordeste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2023 17:17:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo!]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso Brasil Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[ANEEL]]></category>
		<category><![CDATA[energia eolica]]></category>
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					<description><![CDATA[A Aneel aprovou a operação comercial de três aerogeradores da Engie na central Santo Agostinho 1, somando 18,6 MW de capacidade instalada em Pedro Avelino (RN).]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Aneel também deliberou testes de 40,5MW entre aerogeradores e 9,7MW de uma PCH gaúcha.</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Aneel aprovou a operação comercial de três aerogeradores da Engie na central Santo Agostinho 1, somando 18,6 MW de capacidade instalada em Pedro Avelino (RN). A Statkraft também recebeu o parecer positivo para duas unidades de 5,7 MW das EOLs Ventos de Santa Eugenia 01 e 03, localizadas no município de Uibaí (BA). Outra liberação comercial foi para a Granito Zucchi, referente a 1,7 MW solares na cidade de Serra (ES).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já para testes, o regulador deu provimento à SPE 2 &#8211; Central Eólica Mundo Novo, por 40,5 MW de potência entre nove turbinas da EOL Mundo Novo VI, localizadas em São Miguel do Gostoso (RN). Além desse projeto, a Enel Green Power pode iniciar o comissionamento de uma unidade de 5,7 MW da EOL Ventos de São Roque 26, em Dom Inocêncio (PI), e a Rincão São Miguel Energética duas turbinas da PCH Rincão São Miguel, totalizando 9,7 MW entre os municípios gaúchos de Quevedos e São Martinho da Serra.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>SENADO APROVA EM DECISÃO TERMINATIVA NOVO PROGRAMA PARA INCENTIVO ÀS FONTES EÓLICA E SOLAR</title>
		<link>https://www.acessobrasilseguros.com.br/senado-aprova-em-decisao-terminativa-novo-programa-para-incentivo-as-fontes-eolica-e-solar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Nov 2021 12:48:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo!]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso Brasil Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[bndes]]></category>
		<category><![CDATA[energia eolica]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[programa de incentivo à energia]]></category>
		<category><![CDATA[seguros para energia]]></category>
		<category><![CDATA[SENADO FEDERAL]]></category>
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					<description><![CDATA[O montante da subvenção é limitado a R$ 500 milhões por ano, a serem consignados no Orçamento Geral da União]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado Federal aprovou na quarta-feira passada, (24), em decisão terminativa, a instituição do Programa de Incentivo ao Desenvolvimento da Energia Eólica e da Solar Fotovoltaica (Pides), que contará com recursos do orçamento da União. O montante da subvenção é limitado a R$ 500 milhões por ano, a serem consignados no Orçamento Geral da União do exercício seguinte ao da aprovação lei resultante do projeto e nos quatro exercícios seguintes, respeitada a meta de resultado fiscal definida pelo Poder Executivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Senado Federal coloca o assunto novamente em pauta quase dez meses após a votação da própria casa que determinou o fim dos descontos no fio para ambas as fontes, por meio da Medida Provisória 998. Dados da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) apresentados a época, mostram que os subsídios para fontes incentivadas custaram R$ 4,2 bilhões em 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo programa consta no PL 3.386/2021, que estipula que a União concederá subvenção econômica ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com o objetivo de prover a equalização de taxas de juros para o financiamento do programa. Os contratos de financiamento da União ao BNDES visando o programa deverão ter custo financeiro equivalente à Taxa de Longo Prazo (TLP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Executivo também deverá discriminar a origem da receita que financiará tais despesas. Conforme a proposta, um ato do governo determinará a elegibilidade dos projetos de energia eólica e solar fotovoltaica, os respectivos prazos, carência e encargos máximos do financiamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A União fica autorizada a aumentar em até R$ 500 milhões sua participação no Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), administrado pelo BNDES, exclusivamente para a cobertura das operações contratadas no Pides.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a justificativa da proposta, o Brasil está convivendo em 2021 com uma crise de fornecimento de energia elétrica, que poderá impor uma restrição crônica à sustentabilidade de longo prazo da economia brasileira e ao crescimento do produto interno bruto (PIB) do país.</p>
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