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	<title>comercialização de energia &#8211; Acesso Brasil Seguros</title>
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		<title>Preço da energia no mercado livre dispara entre 2024 e 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 13:02:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ambiente registra aumento de 59% para contratações de longo prazo e de 121% para compras com previsão de entrega em três meses O preço da energia elétrica de longo prazo acumulou elevação de 59% entre janeiro de 2024 e março de 2026, passando de R$ 147 por MWh para R$ 233 por MWh, mostra estudo [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Ambiente registra aumento de 59% para contratações de longo prazo e de 121% para compras com previsão de entrega em três meses</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O preço da energia elétrica de longo prazo acumulou elevação de 59% entre janeiro de 2024 e março de 2026, passando de R$ 147 por MWh para R$ 233 por MWh, mostra estudo realizado pela Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel). A alta refere-se aos contratos de energia convencional para os quatro anos subsequentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento aponta que, no mesmo período, o preço trimestral da energia do mercado livre sofreu uma elevação de 121%, passando de R$ 143 por MWh em 2024 para R$ 317 por MWh em 2026. Para efeito de comparação, a variação do IPCA, indicador oficial de inflação, subiu 5% desde então.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferente do mercado cativo atendido pelas distribuidoras, no qual as tarifas são calculadas e definidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), no mercado livre os preços variam em função de elementos de mercado, como oferta e demanda, mas principalmente em função dos resultados dos modelos matemáticos de formação de preços e da operação do sistema interligado nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escalada de preços no mercado livre de energia segue o avanço do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD), utilizado para valorar as operações no mercado de curto prazo, onde compradores e vendedores ajustam posições mensalmente. O PLD médio sofreu uma elevação de 84% nesse período, passando de R$ 129 por MWh em 2024 para R$ 236 por MWh em 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com o mercado livre atendendo a 42% da demanda de energia no Brasil e com previsão de atender a todos os consumidores, é preciso o governo e a sociedade terem um olhar atento para o preço da energia sob pena de inviabilizar o setor produtivo e a política pública que se pretende alcançar com a abertura total, com impactos diretos na inflação”, declarou o presidente da Abraceel, Rodrigo Ferreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O preço no mercado livre de energia tem forte relação com o PLD, ou preço spot, que é formado por modelos matemáticos, mas sofre grande influência de decisões operativas tomadas pelo ONS (Operador Nacional do Sistema) e políticas, tomadas pelo CMSE (Comite de Monitoramento do Setor Elétrico).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a Abraceel, apesar do preço alto, o desarranjo setorial afastou significativamente novos investimentos em geração, principalmente em função de inconsistências que vêm sendo observadas nos modelos de formação de preços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A associação aponta que há também um elemento novo ocorrendo no setor que é uma escassez de oferta no mercado livre, causada pelo GSF e curtailment, mas também por decisões comerciais de grandes grupos de geração, levando à liquidação pelo PLD volumes expressivos de energia, considerando que as regras setoriais obrigam os compradores a estarem 100% contratados, mas não obrigam os geradores a venderem sua energia através de contratos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Cerca de um terço dos contratos de consumidores têm prazo de seis meses a dois anos e com esse patamar de preço, associado à crise de oferta e escassez de energia nova, esses consumidores livres ficarão expostos a preços impagáveis”, alertou Ferreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É preciso um olhar atento, inclusive da Agência Nacional de Energia Elétrica, para evitarmos artificialidades na formação do preço da energia, como poder de mercado e sobrecustos com a operação do sistema.”</p>
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		<title>CONSUMO DE ENERGIA NO MERCADO LIVRE CRESCE 3,3% NA PRIMEIRA QUINZENA DE NOVEMBRO</title>
		<link>https://www.acessobrasilseguros.com.br/consumo-de-energia-no-mercado-livre-cresce-33-na-primeira-quinzena-de-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2020 16:49:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo!]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso Brasil Seguros]]></category>
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		<category><![CDATA[comercialização de energia]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores livres de energia]]></category>
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					<description><![CDATA[O consumo de energia no mercado livre manteve a trajetória de crescimento na primeira quinzena de novembro, com uma alta de 3,3% em relação ao mesmo período de 2019. A informação – ainda preliminar – compõe o boletim InfoMercado Quinzenal, divulgado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE. Ao expurgar o efeito das [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O consumo de energia no mercado livre manteve a trajetória de crescimento na primeira quinzena de novembro, com uma alta de 3,3% em relação ao mesmo período de 2019. A informação – ainda preliminar – compõe o boletim InfoMercado Quinzenal, divulgado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE. Ao expurgar o efeito das migrações advindas do Ambiente de Contratação Regulada – ACR, o segmento registrou queda de 1,4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Detalhando a análise, os Consumidores Livres, que têm carga superior a 2 megawatts (MW), apresentaram aumento de 5,9%. Já para os consumidores especiais, que ficam no limiar de 0,5 MW a 2 MW e só podem contratar energia incentivada, foi registrada queda de 2,1%. Ambos os resultados desconsideram o expurgo de migrações entre os ambientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário permanece de evolução em quase todos os ramos de atividade que compram energia no mercado livre, com crescimento em 11 dos 15 segmentos analisados pela CCEE. O setor de saneamento permanece como destaque (30,3%) seguido por Comércio (10%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as indústrias energo-intensivos, destaque para o crescimento em Minerais não-metálicos (7,2%), Químicos (5,2%) e Manufaturados diversos (5,5%). Apresentaram queda: transporte (9,7%), serviços (2,2%), veículos (1,1%) e metalurgia (0,5%). Os números desconsideram o expurgo de migração de cargas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: ccee.com.br</p>
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