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	<title>Acesso Brasil Seguros</title>
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	<description>Acesso Brasil Seguros</description>
	<lastBuildDate>Fri, 25 Sep 2026 15:00:16 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Acesso Brasil Seguros</title>
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	<item>
		<title>Setor de Energia: lide com os riscos e aproveite oportunidades.</title>
		<link>https://www.acessobrasilseguros.com.br/setor-de-energia-lide-com-os-riscos-e-aproveite-oportunidades-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 15:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo!]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso Brasil Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[ANEEL]]></category>
		<category><![CDATA[Leilão ANEEL]]></category>
		<category><![CDATA[seguros para energia]]></category>
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					<description><![CDATA[O setor de energia cresce, se transforma e movimenta grandes investimentos. Mas, junto com as oportunidades, surgem riscos operacionais, climáticos, financeiros e regulatórios.

Da geração tradicional às fontes renováveis, uma boa Gestão de Riscos pode fazer a diferença entre uma interrupção e a continuidade do negócio.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O setor de energia é essencial para o funcionamento da economia, da indústria e da sociedade. Ao mesmo tempo em que movimenta grandes investimentos e novas oportunidades, também está exposto a riscos operacionais, financeiros, climáticos, regulatórios e geopolíticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, crescimento e proteção precisam caminhar juntos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">5 grandes riscos do Setor de Energia</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Riscos geopolíticos e comerciais</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Conflitos, mudanças políticas, restrições comerciais e alterações regulatórias podem impactar custos, contratos, fornecimento e continuidade das operações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em cenários mais instáveis, as condições de seguros também podem se tornar mais restritivas, exigindo uma análise criteriosa das coberturas contratadas.</p>



<ol start="2" class="wp-block-list">
<li>Riscos de mercado e demanda</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Oscilações econômicas podem provocar adiamentos, cancelamentos ou paralisações de projetos, além de aumentar o risco de descumprimento de contratos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Coberturas para atraso no início das operações e seguros garantia podem ajudar a reduzir os impactos financeiros desses eventos.</p>



<ol start="3" class="wp-block-list">
<li>Riscos operacionais e de infraestrutura</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Falhas em equipamentos, acidentes, vazamentos, explosões e danos à infraestrutura podem gerar grandes prejuízos financeiros, ambientais e reputacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, projetos de energia precisam considerar coberturas para danos físicos, responsabilidade civil, equipamentos e interrupções operacionais.</p>



<ol start="4" class="wp-block-list">
<li>Riscos climáticos e ambientais</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Chuvas intensas, secas, ventos extremos, incêndios e outros eventos climáticos podem comprometer estruturas, operações e o fornecimento de energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, exigências ambientais e práticas ESG ganham cada vez mais importância na avaliação dos riscos.</p>



<ol start="5" class="wp-block-list">
<li>Riscos de investimento e financiamento</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Projetos do setor energético normalmente exigem investimentos elevados e possuem retorno de longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma gestão de riscos estruturada ajuda a proteger o capital investido, manter o cronograma e reduzir perdas decorrentes de problemas técnicos, ambientais, financeiros ou regulatórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Transição energética também exige proteção</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expansão das fontes renováveis representa uma importante oportunidade para o setor, mas cada tecnologia possui riscos específicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hidrelétricas estão sujeitas a variações no regime de chuvas, impactos ambientais e riscos relacionados às barragens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Usinas solares dependem das condições climáticas e exigem manutenção constante de painéis, inversores e demais equipamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parques eólicos enfrentam riscos relacionados a ventos extremos, falhas mecânicas e variações na geração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Projetos de biomassa precisam de controle rigoroso no armazenamento e processamento de resíduos para reduzir riscos de incêndios, explosões e emissões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como reduzir os riscos?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma estratégia eficiente deve integrar prevenção, monitoramento e transferência de riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as principais medidas estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>identificar os riscos ambientais, técnicos e operacionais;</li>



<li>criar planos de contingência para interrupções e eventos extremos;</li>



<li>acompanhar continuamente as condições dos projetos;</li>



<li>manter equipamentos e estruturas adequadamente inspecionados;</li>



<li>avaliar responsabilidades contratuais;</li>



<li>contratar seguros compatíveis com cada operação.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Seguro como ferramenta estratégica</p>



<p class="wp-block-paragraph">No setor de energia, seguro vai muito além da indenização depois de um problema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma estrutura de proteção adequada ajuda a preservar investimentos, reduzir impactos financeiros, garantir continuidade operacional e acelerar a recuperação após um sinistro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Projetos bem estruturados, com gestão de riscos, boas práticas ambientais e governança também tendem a apresentar melhores condições para análise e contratação de seguros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um mercado que passa por grandes transformações, entender os riscos antes que eles se tornem prejuízos é parte fundamental da estratégia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Acesso Brasil Corretora de Seguros atua na análise de riscos e na estruturação de soluções para empresas e projetos do setor de energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Proteção começa antes do sinistro. Começa com planejamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Leilão marcado para abril de 2027, o primeiro com contratação de baterias na transmissão, entra em consulta pública</title>
		<link>https://www.acessobrasilseguros.com.br/leilao-marcado-para-abril-de-2027-o-primeiro-com-contratacao-de-baterias-na-transmissao-entra-em-consulta-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 12:52:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo!]]></category>
		<category><![CDATA[ANEEL]]></category>
		<category><![CDATA[Leilão ANEEL]]></category>
		<category><![CDATA[seguros para energia]]></category>
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					<description><![CDATA[Leilão marcado para abril de 2027, o primeiro com contratação de baterias na transmissão, entra em consulta pública
ANEEL espera investimento de R$ 12,9 bilhões e criação de 29,5 mil empregos diretos e indiretos
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">ANEEL espera investimento de R$ 12,9 bilhões e criação de 29,5 mil empregos diretos e indiretos</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro Leilão de Transmissão de 2027 entrou em consulta pública e está previsto para ocorrer em 30 de abril de 2027. O certame reúne 12 lotes e tem expectativa de movimentar aproximadamente R$ 12,9 bilhões em investimentos no setor elétrico brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os projetos previstos estão a construção de 3.245 quilômetros de novas linhas de transmissão e a ampliação de 1.386 MVA na capacidade de transformação de energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os empreendimentos estão distribuídos por 13 estados: Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a assinatura dos contratos, os vencedores terão prazos entre 36 e 60 meses para concluir as obras. A estimativa é de geração de aproximadamente 29,5 mil empregos diretos e indiretos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiro sistema de baterias na transmissão</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais destaques do leilão será a contratação do primeiro sistema de armazenamento de energia por baterias integrado ao segmento de transmissão do Sistema Interligado Nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto será implantado no Acre e terá como objetivo ampliar a confiabilidade do fornecimento de energia em determinadas regiões do estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto a maior parte dos empreendimentos do leilão terá contratos de 30 anos, o sistema de armazenamento por baterias terá prazo de 18 anos, considerando as características e a vida útil da tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Novos projetos e expansão da infraestrutura</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros lotes incluem a implantação de subestações equipadas com compensadores síncronos, tecnologia utilizada para contribuir com a estabilidade e a segurança operacional do sistema elétrico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também estão previstos projetos destinados ao atendimento de grandes consumidores de energia na Região Nordeste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O edital ainda poderá incluir instalações relacionadas à interligação elétrica entre Brasil e Bolívia, condicionadas à conclusão de definições técnicas e institucionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consulta pública</p>



<p class="wp-block-paragraph">A consulta pública ficará aberta para contribuições entre 10 de setembro e 26 de outubro de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o período de participação pública e a análise das sugestões recebidas, o edital deverá passar por nova avaliação regulatória antes de seguir para as etapas finais de aprovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O leilão representa mais uma etapa da expansão e modernização da infraestrutura de transmissão de energia do país, incorporando, pela primeira vez nesse segmento, sistemas de armazenamento por baterias em um empreendimento do Sistema Interligado Nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conta de luz: consumidores poderão escolher o fornecedor de energia elétrica a partir de 2027</title>
		<link>https://www.acessobrasilseguros.com.br/conta-de-luz-consumidores-poderao-escolher-o-fornecedor-de-energia-eletrica-a-partir-de-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 14:17:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo!]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso Brasil Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[conta de energia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Livre de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[seguros para energia]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado brasileiro de energia elétrica passará por uma das maiores mudanças de sua história recente. A partir de novembro de 2027, consumidores comerciais e industriais atendidos em baixa tensão poderão escolher de quem comprar a energia elétrica. Em novembro de 2028, essa possibilidade será estendida aos demais consumidores, incluindo os residenciais. A abertura foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O mercado brasileiro de energia elétrica passará por uma das maiores mudanças de sua história recente. A partir de novembro de 2027, consumidores comerciais e industriais atendidos em baixa tensão poderão escolher de quem comprar a energia elétrica. Em novembro de 2028, essa possibilidade será estendida aos demais consumidores, incluindo os residenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A abertura foi regulamentada pelo Decreto nº 13.097, de 12 de agosto de 2026, que estabelece as condições para a migração dos consumidores de baixa tensão, atualmente atendidos pelo chamado Ambiente de Contratação Regulada, para o Ambiente de Contratação Livre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, todos os consumidores conectados em média ou alta tensão, pertencentes ao Grupo A, já podem acessar o mercado livre de energia. Nesse ambiente, empresas e outros consumidores habilitados podem negociar diretamente as condições de compra da energia com geradores, comercializadores ou produtores independentes. Entre os aspectos que podem ser negociados estão preço, volume contratado, prazo, forma de pagamento e, dependendo da oferta, a própria origem da energia adquirida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a mudança começa</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cronograma oficial prevê duas etapas para consumidores atendidos em tensão inferior a 2,3 kV:</p>



<p class="wp-block-paragraph">25 de novembro de 2027: consumidores industriais e comerciais;<br>25 de novembro de 2028: demais consumidores, incluindo residenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, estabelecimentos como lojas, restaurantes, padarias, escritórios, pequenas indústrias e outros negócios conectados à baixa tensão poderão entrar no mercado livre antes dos consumidores residenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que muda para o consumidor</p>



<p class="wp-block-paragraph">A principal mudança está na comercialização da energia, e não na infraestrutura utilizada para fazê-la chegar até o imóvel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo depois da migração para o mercado livre, a rede elétrica continuará sendo operada pela distribuidora responsável pela região. Ela continuará encarregada da infraestrutura, da operação e da manutenção da rede de distribuição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O consumidor continuará utilizando os mesmos postes, cabos e sistemas locais. A diferença é que poderá escolher com quem contratar a energia elétrica e negociar suas condições comerciais. Os custos relativos ao uso da rede de distribuição continuarão existindo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, o modelo introduz uma lógica de escolha semelhante à existente em outros setores de serviços: diferentes fornecedores poderão apresentar ofertas comerciais ao consumidor, que poderá comparar condições antes de contratar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como funcionará a contratação</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os consumidores de baixa tensão que optarem pelo mercado livre deverão ser representados por um agente varejista perante a Câmara de Comercialização de Energia, a CCEE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada unidade consumidora deverá estar vinculada a apenas um agente varejista para o atendimento de sua carga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, distribuidores e agentes varejistas deverão fornecer informações claras sobre contratos, preços, responsabilidades e riscos envolvidos na migração. A regulamentação também prevê a criação de produtos padronizados e preços de referência, com o objetivo de facilitar a comparação das ofertas pelos consumidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CCEE deverá ainda disponibilizar uma plataforma centralizada para comparação de produtos e preços oferecidos pelos agentes de comercialização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Migração deverá ser comunicada previamente</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelas regras atuais, o consumidor de baixa tensão que decidir migrar para o mercado livre deverá comunicar sua opção à distribuidora com antecedência mínima de 90 dias da data pretendida para a migração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ANEEL poderá estabelecer procedimentos simplificados e até prazos menores em determinadas situações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto relevante é que a troca do medidor de energia não deverá ser obrigatória para a migração. A regulamentação admite que a medição possa continuar sendo realizada com o sistema existente. Caso o consumidor queira um medidor inteligente e exista infraestrutura disponível, poderá solicitar a substituição, assumindo os custos correspondentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Retorno ao mercado regulado</p>



<p class="wp-block-paragraph">A migração para o mercado livre não é necessariamente definitiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O consumidor poderá retornar ao Ambiente de Contratação Regulada, mas deverá informar a distribuidora local com antecedência de um ano. Esse prazo poderá ser reduzido pela própria distribuidora ou por regulamentação da ANEEL.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Benefícios tarifários exigem atenção</p>



<p class="wp-block-paragraph">A abertura do mercado também exigirá análise cuidadosa por parte do consumidor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Benefícios existentes no mercado regulado, como a Tarifa Social de Energia Elétrica e determinados descontos tarifários concedidos a algumas atividades, não serão automaticamente mantidos no mercado livre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O consumidor que tiver direito a esses benefícios deverá avaliar se é mais vantajoso permanecer no modelo regulado ou migrar para condições negociadas no mercado livre. A regulamentação determina que essa informação seja apresentada ao consumidor antes da mudança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se o fornecedor deixar de atender?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo modelo prevê a figura do Supridor de Última Instância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse mecanismo será utilizado em situações emergenciais nas quais o fornecedor escolhido pelo consumidor deixe de cumprir o contrato, seja desligado da CCEE ou fique impossibilitado de continuar prestando o serviço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até 31 de dezembro de 2030, essa função ficará sob responsabilidade das distribuidoras de energia elétrica. A partir de 2031, outros agentes poderão exercer essa atividade, de acordo com regulamentação da ANEEL.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é evitar que consumidores adimplentes fiquem sem atendimento por problemas relacionados ao fornecedor contratado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança significa conta de luz mais barata?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado livre cria a possibilidade de maior concorrência e negociação de preços, mas isso não significa que todos os consumidores necessariamente terão redução na conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A economia dependerá de fatores como consumo, perfil da unidade consumidora, preços negociados, condições contratuais, duração do contrato, tarifas de uso da rede e características das ofertas disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a comparação entre fornecedores e a análise das condições contratuais serão fundamentais antes de qualquer decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma nova etapa para o setor elétrico brasileiro</p>



<p class="wp-block-paragraph">A abertura gradual do mercado de energia amplia significativamente o número de consumidores com direito de escolha no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de aumentar a competição entre fornecedores, o novo modelo deverá estimular o desenvolvimento de serviços relacionados à gestão energética, eficiência, monitoramento do consumo e contratação personalizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério de Minas e Energia também mantém em discussão regulamentações complementares relacionadas à comercialização, armazenamento de energia e funcionamento do mercado livre, indicando que novos detalhes operacionais ainda deverão ser definidos antes da abertura integral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para empresas, a mudança representa uma oportunidade de acompanhar mais de perto a gestão de energia e avaliar modelos de contratação adequados ao próprio perfil de consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o consumidor residencial, a partir de novembro de 2028, será uma mudança importante na relação com o setor elétrico: além de utilizar a energia distribuída pela concessionária local, poderá também escolher quem será responsável pela venda da energia consumida.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>De onde vem a energia que move o Brasil?</title>
		<link>https://www.acessobrasilseguros.com.br/de-onde-vem-a-energia-que-move-o-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 15:20:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CURIOSIDADE!]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso Brasil Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[ANEEL]]></category>
		<category><![CDATA[CURIOSIDADE SOBRE ENERGIA]]></category>
		<category><![CDATA[Expertise Acesso Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[seguros para energia]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando você acende uma luz, liga o ar condicionado, inicia uma máquina industrial ou conecta um computador à tomada, existe uma grande estrutura por trás daquele simples gesto. A eletricidade utilizada no Brasil é produzida a partir de diferentes fontes de geração. Água, vento, sol, biomassa, gás natural, carvão, derivados de petróleo e energia nuclear [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Quando você acende uma luz, liga o ar condicionado, inicia uma máquina industrial ou conecta um computador à tomada, existe uma grande estrutura por trás daquele simples gesto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A eletricidade utilizada no Brasil é produzida a partir de diferentes fontes de geração. Água, vento, sol, biomassa, gás natural, carvão, derivados de petróleo e energia nuclear participam de uma matriz que vem passando por uma transformação importante nos últimos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E os números mais recentes mostram algo bastante particular: o Brasil possui uma das matrizes elétricas mais renováveis do mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Balanço Energético Nacional 2026, elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética, em 2025 as fontes renováveis responderam por 86,8 por cento da geração de eletricidade brasileira. No mesmo ano, a geração total de eletricidade cresceu 3,3 por cento em relação a 2024. (<a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-160/topico-168/Anuario_Sumario%20Executivo_2026_V1.pdf?utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas de onde vem toda essa energia?</p>



<h2 class="wp-block-heading">A força da água ainda domina a geração brasileira</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As hidrelétricas continuam sendo a principal fonte de geração de eletricidade do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, a geração hidráulica alcançou 401.415 GWh e respondeu por 51,7 por cento de toda a geração elétrica brasileira. Apesar de continuar na liderança, a participação da hidráulica vem diminuindo ao longo dos anos diante do crescimento acelerado de outras fontes, principalmente solar e eólica. (<a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-160/topico-168/Anuario_Sumario%20Executivo_2026_V1.pdf?utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">O funcionamento é relativamente simples em conceito. A água armazenada ou conduzida pelo sistema hidráulico movimenta turbinas, que acionam geradores responsáveis pela transformação da energia mecânica em energia elétrica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro da geração hidráulica existem diferentes tipos de empreendimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As UHEs, ou Usinas Hidrelétricas, são os grandes empreendimentos de geração. Normalmente possuem elevada capacidade instalada e podem contar com grandes reservatórios ou operar com outras configurações hidráulicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As PCHs, ou Pequenas Centrais Hidrelétricas, são empreendimentos de menor porte. Pela classificação utilizada pela EPE, possuem potência instalada superior a 5 MW e igual ou inferior a 30 MW, além de critérios relacionados ao reservatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As CGHs, ou Centrais Geradoras Hidrelétricas, são empreendimentos ainda menores, com potência instalada de até 5 MW. (<a href="https://dashboard.epe.gov.br/apps/anuario-livro/livro/pt/glossario.html?utm_source=chatgpt.com">EPE Dashboard</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">UHE, PCH e CGH, portanto, não devem ser somadas como fontes independentes na matriz elétrica. Todas fazem parte da geração hidráulica, que respondeu pelos 51,7 por cento registrados em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença da geração hidráulica é particularmente importante em regiões com grande disponibilidade de recursos hídricos e rios com características favoráveis à geração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Região Sul, por exemplo, possui uma forte concentração de grandes empreendimentos hidrelétricos. Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina apresentam importantes parques de geração hidráulica. Apenas os quatro estados considerados no diagnóstico regional do Sul, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, somavam aproximadamente 22,7 GW em UHEs em 2025. (<a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/areas-de-atuacao/energia-eletrica/ArquivosGrupoEstudosTransmissao/6.3%20EPE-DEE-RE-075-2025-rev0%20-%20Diagn%C3%B3stico%20-%20PDE%202034%20-%20GET%20Sul.pdf?utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Região Norte também possui enorme importância para a geração hidráulica brasileira, principalmente pela presença de grandes rios e empreendimentos de elevada capacidade instalada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as principais vantagens da geração hidráulica estão a capacidade de produzir grandes volumes de eletricidade, a possibilidade de armazenamento de energia potencial por meio dos reservatórios e sua capacidade de contribuir para a estabilidade do sistema elétrico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, grandes empreendimentos hidrelétricos envolvem investimentos elevados, estruturas complexas, extensas áreas de infraestrutura e riscos operacionais, ambientais e patrimoniais que precisam ser considerados desde a implantação até a operação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O vento ganhou espaço e já responde por 15 por cento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A energia eólica é uma das grandes histórias de expansão da matriz elétrica brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, os parques eólicos produziram 116.488 GWh, correspondentes a 15,0 por cento de toda a geração de eletricidade do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A capacidade instalada eólica alcançou 34.707 MW no mesmo ano, com crescimento de 17,5 por cento em relação a 2024. A geração também cresceu 8,2 por cento. (<a href="https://www.epe.gov.br/pt/imprensa/noticias/epe-publica-o-relatorio-sintese-do-balanco-energetico-nacional-2026?TermId=4988298d-2864-4c73-b30b-2fac6eeedc62&amp;TermSetId=f341fbc1-ec78-479c-816c-e0ef3e8616ec&amp;TermStoreId=44362b4b-ca66-4d57-966d-16298c098df5&amp;utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Nordeste é o grande centro da geração eólica brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A combinação de ventos fortes, constantes e favoráveis durante grande parte do ano transformou estados como Bahia, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Pernambuco em importantes polos de geração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expansão dos parques eólicos também modificou a paisagem de diversas regiões brasileiras, com grandes conjuntos de aerogeradores conectados ao sistema de transmissão nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das vantagens da fonte eólica é utilizar um recurso natural abundante e renovável para produzir eletricidade sem a necessidade de combustão de combustíveis fósseis durante a geração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tecnologia também avançou significativamente, permitindo a utilização de aerogeradores maiores e mais eficientes e a instalação de parques em regiões com excelente potencial de vento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A energia eólica, entretanto, depende das condições naturais do vento. Por isso, sua expansão acontece em conjunto com outras fontes e com uma rede elétrica capaz de transportar a energia produzida nos grandes centros geradores até os locais onde ela será consumida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A energia solar é a fonte que mais acelera</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entre todas as transformações recentes da matriz elétrica brasileira, nenhuma chama tanta atenção quanto a expansão da energia solar fotovoltaica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, a geração solar fotovoltaica alcançou 88.141 GWh, representando 11,4 por cento da geração total de eletricidade do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento em relação a 2024 foi de 24,7 por cento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A capacidade instalada chegou a 64,8 GW, um aumento de aproximadamente 34 por cento em apenas um ano. Do total instalado, 44,7 GW correspondiam à geração distribuída e 20,1 GW à geração centralizada. (<a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-160/topico-168/Anuario_Sumario%20Executivo_2026_V1.pdf?utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse dado ajuda a explicar por que a energia solar está cada vez mais presente no cotidiano de empresas, indústrias, propriedades rurais e residências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma parte importante dessa expansão acontece fora das grandes usinas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É a chamada Micro e Minigeração Distribuída, ou MMGD.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse modelo, o próprio consumidor pode instalar uma unidade geradora, normalmente um sistema fotovoltaico, em sua residência, empresa, propriedade rural ou outro imóvel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A energia produzida pode ser consumida no próprio local e, conforme as regras aplicáveis, o excedente pode ser injetado na rede para posterior compensação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ANEEL estabelece atualmente a microgeração distribuída para centrais de até 75 kW e a minigeração para instalações acima de 75 kW, dentro dos limites estabelecidos pela regulamentação. (<a href="https://www.gov.br/aneel/pt-br/assuntos/geracao-distribuida?utm_source=chatgpt.com">Serviços e Informações do Brasil</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, a MMGD alcançou 45,0 GW de capacidade instalada, aproximadamente 7,2 milhões de consumidores e uma geração estimada de 54.483 GWh.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso representa uma transformação importante na forma como parte da energia é produzida e consumida no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de toda a eletricidade ser produzida em grandes usinas e transportada por longas distâncias, uma parcela crescente passa a ser gerada próxima ao ponto de consumo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que mais aparece nas casas e nas empresas?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando falamos em geração própria de energia, a fonte solar fotovoltaica é, de longe, a principal protagonista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso acontece porque os painéis solares podem ser instalados em telhados, estacionamentos, terrenos, galpões industriais, propriedades rurais e outras áreas disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expansão também alcança diferentes perfis de consumidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas residências, os sistemas fotovoltaicos podem reduzir a dependência da energia comprada da distribuidora e permitir a compensação da energia excedente conforme as regras do sistema de compensação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas empresas, a geração própria pode ser utilizada para reduzir custos com eletricidade, melhorar a previsibilidade de despesas e aproveitar áreas disponíveis nos próprios imóveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em propriedades rurais, os sistemas solares também encontram aplicações importantes, incluindo instalações de bombeamento, irrigação, armazenamento, estruturas de produção e demais atividades que demandam eletricidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escala dessa transformação é significativa. Entre 2024 e 2025, a capacidade instalada da MMGD aumentou de 36,2 GW para 45,0 GW. A EPE também aponta que o segmento residencial permanece como um dos principais motores da expansão da geração distribuída. (<a href="https://www.epe.gov.br/pt/imprensa/noticias/epe-atualiza-painel-interativo-sobre-mmgd-com-dados-de-2025?utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">A energia solar distribuída também é responsável por uma parcela expressiva da própria geração solar brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, aproximadamente 60 por cento dos 88.141 GWh de geração solar fotovoltaica vieram da micro e minigeração distribuída. (<a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-160/topico-168/Anuario_Sumario%20Executivo_2026_V1.pdf?utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse movimento mostra uma mudança estrutural no setor elétrico: o consumidor deixou de ser apenas consumidor e passou, em muitos casos, a também produzir energia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Onde estão concentradas as fontes de geração?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A distribuição das fontes de energia pelo território brasileiro é bastante desigual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada região apresenta características naturais diferentes e, consequentemente, vantagens para determinados tipos de geração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A energia eólica possui forte concentração no Nordeste, especialmente em estados como Bahia, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A energia solar também encontra condições especialmente favoráveis no Nordeste, além de apresentar forte expansão em Minas Gerais, São Paulo e outros estados do Sudeste e Centro-Oeste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A geração hidráulica possui presença histórica em diferentes regiões, com grandes empreendimentos distribuídos principalmente pelas bacias hidrográficas brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A biomassa está fortemente relacionada à localização das cadeias agroindustriais. A produção de cana-de-açúcar, por exemplo, favorece a geração de eletricidade a partir do bagaço e de outros subprodutos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em termos de capacidade instalada total de geração elétrica, Minas Gerais passou a liderar o ranking entre os estados em 2025, ultrapassando São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquele ano, os cinco estados com maior participação na capacidade instalada nacional foram Minas Gerais, com 11,3 por cento, São Paulo, com 10,8 por cento, Bahia, com 8,8 por cento, Paraná, com 8,7 por cento, e Pará, também com 8,7 por cento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Juntos, esses cinco estados concentravam 48,3 por cento da capacidade instalada brasileira. (<a href="https://dashboard.epe.gov.br/apps/anuario-livro/livro/pt/destaques.html?utm_source=chatgpt.com">EPE Dashboard</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse dado é importante porque demonstra que a geografia da energia brasileira está mudando. Os grandes complexos hidrelétricos continuam fundamentais, mas a expansão de parques solares e eólicos está criando novos polos de geração em diferentes regiões.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Biomassa: quando um resíduo vira energia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A biomassa representa outra importante fonte renovável da matriz brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, a geração por biomassa alcançou 66.090 GWh, correspondendo a 8,5 por cento da geração elétrica brasileira. (<a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-160/topico-168/Anuario_Sumario%20Executivo_2026_V1.pdf?utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lógica é aproveitar materiais orgânicos capazes de gerar energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais exemplos estão o bagaço de cana-de-açúcar, resíduos de processos industriais, licor preto da indústria de celulose e outros materiais provenientes de atividades agroindustriais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O setor sucroenergético brasileiro é um dos principais exemplos dessa integração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cana-de-açúcar é utilizada para produzir açúcar e etanol, enquanto o bagaço resultante do processamento pode ser utilizado como combustível para geração de vapor e eletricidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso cria uma cadeia de aproveitamento energético em que um subproduto de uma atividade industrial passa a ter valor econômico e energético.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da biomassa tradicional, outras formas de aproveitamento de resíduos também podem gerar energia, como o biogás produzido a partir da decomposição de matéria orgânica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa característica torna a biomassa particularmente interessante para o Brasil, devido ao tamanho e à diversidade de suas cadeias agrícolas, industriais e florestais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">E as fontes não renováveis?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da forte predominância das fontes renováveis, o Brasil também utiliza fontes não renováveis para garantir a segurança e a flexibilidade do sistema elétrico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, as usinas termelétricas tiveram geração de 169,9 TWh, crescimento de 12,3 por cento em relação a 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro desse grupo, o gás natural ganhou destaque, com geração de 58.645 GWh, equivalente a 7,6 por cento da geração elétrica brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A energia nuclear respondeu por 2,0 por cento, o carvão por 1,4 por cento e os derivados de petróleo por 0,9 por cento. Outras fontes responderam por 1,5 por cento. (<a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-160/topico-168/Anuario_Sumario%20Executivo_2026_V1.pdf?utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">As termelétricas desempenham uma função estratégica porque podem ser acionadas de acordo com as necessidades do sistema, contribuindo para complementar a geração de fontes cuja produção varia conforme condições climáticas, como chuva, vento e radiação solar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma matriz cada vez mais diversificada</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os números de 2025 mostram uma mudança importante na composição da eletricidade brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A hidráulica continua sendo a maior fonte individual, com 51,7 por cento da geração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A eólica já representa 15,0 por cento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A solar alcançou 11,4 por cento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A biomassa respondeu por 8,5 por cento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Somadas, essas quatro fontes representam 86,6 por cento da geração elétrica brasileira. A participação oficial das fontes renováveis na matriz elétrica chegou a 86,8 por cento, considerando também as demais fontes renováveis. (<a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-160/topico-168/Anuario_Sumario%20Executivo_2026_V1.pdf?utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro número chama atenção: eólica e solar juntas já representaram 26,4 por cento da geração total de eletricidade do país em 2025. (<a href="https://www.epe.gov.br/pt/imprensa/noticias/epe-publica-o-relatorio-sintese-do-balanco-energetico-nacional-2026?TermId=4988298d-2864-4c73-b30b-2fac6eeedc62&amp;TermSetId=f341fbc1-ec78-479c-816c-e0ef3e8616ec&amp;TermStoreId=44362b4b-ca66-4d57-966d-16298c098df5&amp;utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tendência também aparece na expansão da capacidade instalada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, o Brasil adicionou 24,6 GW de capacidade de geração elétrica, chegando a 261 GW.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Somente a energia solar acrescentou 16,3 GW no ano, sendo 8,8 GW provenientes da micro e minigeração distribuída.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram adicionados ainda 5,2 GW de capacidade eólica, 2,8 GW de termelétricas e aproximadamente 0,3 GW de capacidade hidráulica. (<a href="https://dashboard.epe.gov.br/apps/anuario-livro/livro/pt/destaques.html?utm_source=chatgpt.com">EPE Dashboard</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, enquanto as grandes hidrelétricas continuam sustentando uma parcela enorme da geração brasileira, a expansão recente está cada vez mais concentrada em fontes como solar e eólica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mais geração também significa mais investimentos e mais riscos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A expansão das fontes renováveis cria novas oportunidades para o setor energético brasileiro, mas também aumenta a necessidade de planejamento, gestão de riscos e proteção patrimonial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma usina hidrelétrica envolve barragens, turbinas, geradores, subestações, linhas de transmissão e estruturas de grande porte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um parque eólico reúne aerogeradores, transformadores, redes internas, subestações, acessos e equipamentos especializados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma usina solar possui milhares de módulos fotovoltaicos, inversores, estruturas metálicas, transformadores, sistemas elétricos e equipamentos de conexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na geração distribuída, a escala pode ser menor, mas os ativos também representam investimentos importantes para famílias, empresas, produtores rurais e investidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em todos esses casos, existem riscos relacionados à implantação, transporte, montagem, operação, equipamentos, danos materiais, interrupção das atividades e outros eventos que podem comprometer o investimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É justamente nesse cenário que o seguro especializado assume importância estratégica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Energia renovável também precisa de proteção</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento da geração renovável brasileira representa uma transformação estrutural no setor elétrico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Água, vento, sol e biomassa estão participando cada vez mais da produção de eletricidade e, paralelamente, milhões de consumidores estão passando a gerar sua própria energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para empresas e investidores que atuam nesse mercado, compreender os riscos de cada projeto é tão importante quanto compreender seu potencial de geração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Acesso Brasil Seguros atua há 16 anos no mercado, com experiência e know-how em seguros para o setor de energia e infraestrutura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nosso trabalho é compreender as características de cada projeto, identificar os principais riscos envolvidos e buscar soluções de proteção compatíveis com a realidade de cada operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque a energia que movimenta o Brasil também movimenta investimentos, empresas e projetos que precisam estar protegidos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fontes e dados</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados apresentados neste artigo têm como principais referências o Balanço Energético Nacional 2026 e o Anuário Estatístico de Energia Elétrica 2026, ambos elaborados pela Empresa de Pesquisa Energética, com ano base 2025, além de informações da Agência Nacional de Energia Elétrica sobre micro e minigeração distribuída. (<a href="https://www.epe.gov.br/pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/Balanco-Energetico-Nacional-2026?utm_source=chatgpt.com">EPE</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os percentuais de geração, capacidade instalada e crescimento apresentados podem variar conforme o indicador utilizado, especialmente quando se compara geração efetiva em GWh com capacidade instalada em GW. Por isso, os números acima distinguem esses dois conceitos sempre que necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A importância da conectividade na era da eletricidade inteligente</title>
		<link>https://www.acessobrasilseguros.com.br/a-importancia-da-conectividade-na-era-da-eletricidade-inteligente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 12:43:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo!]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso Brasil Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[ANEEL]]></category>
		<category><![CDATA[seguros para energia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acessobrasilseguros.com.br/?p=4762</guid>

					<description><![CDATA[A digitalização da economia torna a infraestrutura elétrica inteligente cada vez mais estratégica. Com a expansão das fontes renováveis, dos sistemas distribuídos e de modelos operacionais mais dinâmicos, a conectividade passa a ter papel central na gestão, no monitoramento e na segurança do setor elétrico. A modernização das redes exige sistemas de comunicação confiáveis, com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A digitalização da economia torna a infraestrutura elétrica inteligente cada vez mais estratégica. Com a expansão das fontes renováveis, dos sistemas distribuídos e de modelos operacionais mais dinâmicos, a conectividade passa a ter papel central na gestão, no monitoramento e na segurança do setor elétrico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A modernização das redes exige sistemas de comunicação confiáveis, com ampla cobertura e baixa latência, capazes de transmitir informações rapidamente e com estabilidade. Nesse cenário, faixas de frequência mais baixas, como a de 450 MHz, podem oferecer vantagens importantes, especialmente em áreas extensas, remotas ou com obstáculos físicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as empresas do setor elétrico, uma conectividade dedicada permite ampliar o uso de tecnologias como automação da distribuição, leitura remota de medidores, monitoramento de linhas de transmissão e controle de subestações. Essas soluções fazem parte do conceito de smart grids, ou redes elétricas inteligentes, que utilizam recursos digitais para tornar o sistema mais eficiente, previsível e responsivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A digitalização também contribui para a identificação antecipada de falhas. Sensores distribuídos pela rede podem detectar alterações em tempo real, permitindo respostas mais rápidas, ações preventivas e redução do tempo de indisponibilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse processo ganha ainda mais importância com o crescimento da geração solar e eólica. Como essas fontes apresentam variações naturais de produção, o monitoramento contínuo e o controle eficiente da rede são fundamentais para manter o equilíbrio e a confiabilidade do sistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse novo cenário, a rede elétrica deixa de ser apenas uma infraestrutura para transporte de energia e passa também a funcionar como uma infraestrutura de dados. A capacidade de coletar, processar e responder rapidamente às informações torna-se essencial para acompanhar a transformação do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conectividade, portanto, não é apenas um recurso complementar. Ela passa a fazer parte da própria evolução da infraestrutura elétrica, contribuindo para redes mais eficientes, inteligentes, resilientes e preparadas para os desafios da transição energética.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Seguros ganham papel estratégico na gestão das obras de Engenharia</title>
		<link>https://www.acessobrasilseguros.com.br/seguros-ganham-papel-estrategico-na-gestao-das-obras-de-engenharia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 12:26:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo!]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso Brasil Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Obras]]></category>
		<category><![CDATA[seguros para energia]]></category>
		<category><![CDATA[seguros para engenharia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acessobrasilseguros.com.br/?p=4758</guid>

					<description><![CDATA[Impulsionado pelas mudanças climáticas, pelo avanço da tecnologia e pelas novas exigências do mercado, o Seguro de Riscos de Engenharia deixou de ser apenas uma proteção para casos de sinistro. Hoje, ele desempenha um papel estratégico na gestão e na prevenção de riscos durante todas as etapas de uma obra. Cada projeto possui características próprias, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Impulsionado pelas mudanças climáticas, pelo avanço da tecnologia e pelas novas exigências do mercado, o Seguro de Riscos de Engenharia deixou de ser apenas uma proteção para casos de sinistro. Hoje, ele desempenha um papel estratégico na gestão e na prevenção de riscos durante todas as etapas de uma obra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada projeto possui características próprias, como localização, tipo de construção, condições do terreno e estágio da execução. Por isso, as coberturas são desenvolvidas de forma personalizada, permitindo uma análise mais precisa dos riscos e contribuindo para a continuidade dos empreendimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O seguro começa antes dos imprevistos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A atuação das seguradoras vai além da indenização. Cada vez mais, o seguro participa das fases iniciais dos projetos, auxiliando na identificação de riscos, no planejamento de medidas preventivas e no acompanhamento técnico das obras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa abordagem reduz perdas, melhora os padrões de segurança e fortalece a gestão dos empreendimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tecnologia fortalece a prevenção</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso de sensores inteligentes, monitoramento remoto e ferramentas de análise preditiva tem transformado a forma como os riscos são gerenciados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas tecnologias permitem identificar falhas, vazamentos e outras ocorrências antes que se tornem grandes prejuízos, aumentando a eficiência da prevenção e da tomada de decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sustentabilidade também reduz riscos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Boas práticas ambientais e organizacionais passaram a ser fatores importantes na avaliação dos projetos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Medidas como o descarte correto de resíduos, a organização dos canteiros de obras e o armazenamento adequado de materiais contribuem para reduzir a ocorrência de acidentes, incêndios e outros sinistros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, critérios ligados à sustentabilidade e à governança têm ganhado cada vez mais relevância na análise dos riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gestão integrada gera mais segurança</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro desafio frequente nas obras são os roubos e furtos de equipamentos e materiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a adoção de medidas como controle de acesso, monitoramento, vigilância e logística adequada faz parte de uma estratégia integrada de gerenciamento de riscos, aumentando a segurança dos empreendimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Seguro como investimento estratégico</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A evolução do Seguro de Riscos de Engenharia demonstra que ele deixou de ser apenas uma exigência contratual para se tornar uma ferramenta de gestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aliado à tecnologia, à prevenção e ao acompanhamento técnico, o seguro contribui para reduzir riscos, aumentar a previsibilidade e oferecer mais segurança para obras de todos os portes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na construção civil, investir em gestão de riscos é investir na continuidade, na estabilidade e no sucesso do empreendimento.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Setor de Energia: lide com os riscos e aproveite oportunidades</title>
		<link>https://www.acessobrasilseguros.com.br/setor-de-energia-lide-com-os-riscos-e-aproveite-oportunidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 13:34:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dica!]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso Brasil Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[seguros para energia]]></category>
		<category><![CDATA[setor de energia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acessobrasilseguros.com.br/?p=4753</guid>

					<description><![CDATA[O setor de energia está entre os mais estratégicos da economia e passa por um momento de grandes transformações. Ao mesmo tempo em que surgem novas oportunidades de investimento, aumentam também os desafios relacionados à operação, infraestrutura, aspectos regulatórios e mudanças climáticas. Nesse cenário, a gestão de riscos deixou de ser apenas uma medida preventiva [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O setor de energia está entre os mais estratégicos da economia e passa por um momento de grandes transformações. Ao mesmo tempo em que surgem novas oportunidades de investimento, aumentam também os desafios relacionados à operação, infraestrutura, aspectos regulatórios e mudanças climáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, a gestão de riscos deixou de ser apenas uma medida preventiva e passou a ser um fator essencial para garantir a continuidade dos negócios e proteger investimentos de alto valor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Os principais riscos do setor de energia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas do segmento convivem diariamente com diferentes tipos de riscos que podem comprometer operações, contratos e resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Riscos regulatórios e comerciais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mudanças na legislação, oscilações econômicas e alterações nas relações comerciais podem impactar diretamente projetos e investimentos, exigindo planejamento e proteção financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Riscos operacionais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Falhas em equipamentos, acidentes, interrupções operacionais e danos à infraestrutura podem gerar elevados prejuízos financeiros, além de impactos ambientais e responsabilidades perante terceiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Riscos climáticos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Eventos extremos, como tempestades, enchentes, ventos intensos e períodos prolongados de seca, representam uma ameaça constante para usinas, linhas de transmissão e demais instalações do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Riscos financeiros</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Grandes projetos demandam investimentos elevados e possuem retorno de longo prazo. Qualquer atraso, paralisação ou imprevisto pode comprometer significativamente a rentabilidade do empreendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A transição energética também exige proteção</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço das fontes renováveis representa uma importante oportunidade para o mercado, mas também traz novos desafios relacionados à operação, manutenção e gerenciamento de riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada fonte possui características específicas que exigem planejamento adequado.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Energia Solar: exposição constante às condições climáticas e necessidade de manutenção dos equipamentos.</li>



<li> Energia Eólica: dependência das condições de vento e necessidade de proteção das estruturas.</li>



<li>Energia Hidrelétrica: vulnerabilidade a eventos climáticos e gestão da disponibilidade hídrica.</li>



<li>Biomassa: controle dos processos industriais, armazenamento de materiais e prevenção de incêndios.<br></li>



<li><strong>Como reduzir os riscos</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Uma estratégia eficiente de gestão de riscos deve considerar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Identificação e avaliação dos riscos operacionais e ambientais;</li>



<li>Planos de contingência para situações críticas;</li>



<li>Monitoramento contínuo dos ativos;</li>



<li>Atualização permanente dos processos de gestão;</li>



<li>Proteção financeira por meio de seguros especializados.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>-Seguro: uma ferramenta estratégica para o setor</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que atender exigências contratuais, o seguro é um importante instrumento de continuidade dos negócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Coberturas específicas ajudam empresas a reduzir impactos financeiros causados por danos materiais, interrupções operacionais, responsabilidade civil, atrasos em projetos e diversos outros eventos que podem comprometer a operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aliado a uma gestão de riscos estruturada, o seguro proporciona maior previsibilidade, segurança financeira e proteção ao patrimônio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Proteção para um setor em constante evolução</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento do setor de energia exige decisões cada vez mais estratégicas. Empresas preparadas para identificar riscos e investir em proteção adequada conseguem operar com mais segurança, preservar seus ativos e aproveitar as oportunidades de um mercado em constante transformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Acesso Brasil Corretora de Seguros, desenvolvemos soluções especializadas para empresas do setor de energia, com foco em gestão de riscos, proteção patrimonial e continuidade operacional.</p>
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		<title>Pelo menos sete cidades são alvo da expansão de data centers no Brasil</title>
		<link>https://www.acessobrasilseguros.com.br/pelo-menos-sete-cidades-sao-alvo-da-expansao-de-data-centers-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 13:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo!]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso Brasil Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[data centers]]></category>
		<category><![CDATA[seguros para energia]]></category>
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					<description><![CDATA[A expansão dos data centers no Brasil tem impulsionado a busca por áreas com infraestrutura adequada e, principalmente, disponibilidade de energia elétrica. Um levantamento identificou sete cidades com grande potencial para receber novos empreendimentos desse segmento. A escolha dessas regiões está diretamente ligada à capacidade de atendimento da rede elétrica, fator considerado essencial para a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A expansão dos data centers no Brasil tem impulsionado a busca por áreas com infraestrutura adequada e, principalmente, disponibilidade de energia elétrica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um levantamento identificou sete cidades com grande potencial para receber novos empreendimentos desse segmento. A escolha dessas regiões está diretamente ligada à capacidade de atendimento da rede elétrica, fator considerado essencial para a operação de centros de processamento de dados, que possuem elevado consumo de energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da oferta de energia, outros critérios também influenciam a implantação dos projetos, como a disponibilidade de terrenos de grande porte, facilidade logística e compatibilidade com o zoneamento urbano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto que chama a atenção é a necessidade de ampliar a infraestrutura elétrica para acompanhar o crescimento do setor. A construção de novas subestações, por exemplo, pode levar mais de dois anos entre aprovação, implantação e entrada em operação, tornando o planejamento um fator estratégico para novos investimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialistas também destacam a importância de distribuir esses empreendimentos por diferentes regiões do país. A descentralização contribui para aumentar a resiliência da infraestrutura digital, reduzir riscos operacionais e ampliar a segurança do processamento de dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tendência é que o avanço da transformação digital, da inteligência artificial e da computação em nuvem continue impulsionando a expansão dos data centers no Brasil, aumentando a demanda por energia, infraestrutura e soluções de gestão de riscos para esse mercado em constante crescimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Bônus de Itaipu: Aneel aprova R$ 872 milhões para desconto na conta de luz em agosto</title>
		<link>https://www.acessobrasilseguros.com.br/bonus-de-itaipu-aneel-aprova-r-872-milhoes-para-desconto-na-conta-de-luz-em-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:33:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo!]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso Brasil Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[ANEEL]]></category>
		<category><![CDATA[itaipu]]></category>
		<category><![CDATA[seguros para energia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou a distribuição de R$ 872 milhões para o chamado Bônus de Itaipu, benefício que será concedido como desconto na conta de energia elétrica durante o mês de agosto de 2026.]]></description>
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<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou a distribuição de R$ 872 milhões para o chamado Bônus de Itaipu, benefício que será concedido como desconto na conta de energia elétrica durante o mês de agosto de 2026.</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph">O bônus é destinado a consumidores residenciais e rurais que registraram consumo inferior a 350 kWh em pelo menos um mês de 2025. O valor do crédito será proporcional ao consumo enquadrado nesse limite.</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph">Caso o valor do bônus seja superior ao da fatura, o saldo remanescente será utilizado nas contas seguintes.</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph">Segundo a ANEEL, aproximadamente 83,8 milhões de unidades consumidoras poderão ser beneficiadas pela medida.</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph">É importante destacar que o bônus não representa um benefício extraordinário. Ele está previsto na legislação e é financiado pelo saldo positivo da Conta de Comercialização de Energia Elétrica de Itaipu, formado quando há superávit entre as receitas e despesas da comercialização da energia da usina.</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph">Em 2025, esse saldo alcançou R$ 1,29 bilhão. Desse montante, R$ 419 milhões foram destinados à reserva financeira do sistema elétrico para 2026, enquanto R$ 872 milhões serão utilizados para conceder o desconto aos consumidores.</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph">A medida reforça o papel da regulação do setor elétrico na gestão dos recursos provenientes da geração de energia e na devolução dos excedentes aos consumidores quando há previsão legal para isso.</p>
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		<title>Aneel adia decisão sobre regulação de cortes de energia</title>
		<link>https://www.acessobrasilseguros.com.br/aneel-adia-decisao-sobre-regulacao-de-cortes-de-energia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Langoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:38:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo!]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso Brasil Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[ANEEL]]></category>
		<category><![CDATA[curtailment]]></category>
		<category><![CDATA[geração de energia]]></category>
		<category><![CDATA[seguros para energia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) adiou a decisão sobre a regulamentação dos cortes de geração de energia, conhecidos como curtailment. A votação foi suspensa após pedido de vista durante reunião extraordinária da diretoria da agência. O tema faz parte da Consulta Pública nº 45/2019, que busca definir regras operacionais e comerciais para os [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) adiou a decisão sobre a regulamentação dos cortes de geração de energia, conhecidos como <em>curtailment</em>. A votação foi suspensa após pedido de vista durante reunião extraordinária da diretoria da agência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tema faz parte da Consulta Pública nº 45/2019, que busca definir regras operacionais e comerciais para os cortes de geração no Sistema Interligado Nacional (SIN).</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é o curtailment?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O curtailment ocorre quando o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) determina a redução ou interrupção temporária da geração de energia, mesmo quando as usinas possuem capacidade de produzir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa medida é adotada para manter o equilíbrio do sistema elétrico, principalmente em situações de excesso de geração, limitações na transmissão ou restrições operacionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que o tema é importante?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A regulamentação busca estabelecer critérios mais claros para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>realização dos cortes de geração;</li>



<li>distribuição dos impactos entre os agentes do setor;</li>



<li>definição das situações em que poderá haver compensação financeira.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência de regras específicas gera insegurança regulatória e amplia as discussões entre os participantes do mercado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que a ANEEL está discutindo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais pontos em análise estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>critérios para divisão dos impactos dos cortes entre as fontes de geração;</li>



<li>tratamento das restrições elétricas no sistema;</li>



<li>período de testes para aplicação das novas regras;</li>



<li>análise de situações específicas relacionadas à geração hidrelétrica.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta apresentada prevê um período de testes de um ano, conhecido como “operação sombra”, no qual as regras seriam aplicadas sem efeitos financeiros definitivos. O objetivo é validar cálculos, procedimentos e classificações antes da implementação completa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Próximos passos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com o adiamento da votação, a definição das regras permanece em discussão na ANEEL. A expectativa do setor é pela criação de um marco regulatório que traga maior previsibilidade operacional e segurança para os agentes do mercado de energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Acesso Brasil Seguros acompanha os desdobramentos regulatórios do setor elétrico e seus possíveis impactos sobre investidores, geradores e empresas do segmento energético.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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